Treino de habilidades sociais em universitários com hipótese diagnóstica de altas habilidades/superdotação

O estudo de altas habilidades/superdotação se desenvolveu de forma significativa por meio de pesquisas científicas atuais com esse seguimento. Estudos correlacionam as habilidades acima da média com a presença de indicadores clínicos de saúde mental como ansiedade e depressão, bem como déficits em h...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Barbosa, Aline Carolina Bassoli [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/215928
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/215928
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Altas habilidades/Superdotação
Habilidades sociais
Ansiedade
Depressão
High skills/Giftedness
Social skills
Anxiety
Depression
Descripción
Sumario:O estudo de altas habilidades/superdotação se desenvolveu de forma significativa por meio de pesquisas científicas atuais com esse seguimento. Estudos correlacionam as habilidades acima da média com a presença de indicadores clínicos de saúde mental como ansiedade e depressão, bem como déficits em habilidades sociais. Diante da possibilidade de realizar treinamento para desenvolvimento de comportamentos socialmente habilidosos e tendo em vista que tais aspectos proporcionam ao indivíduo fatores de proteção e bem-estar psicológico, o presente estudo tem como objetivo acompanhar de forma crítica a aplicação de um treinamento estruturado de habilidades sociais (PROMOVE – Universitários) em universitários previamente identificados com AH/SD acadêmica, bem como descrever e analisar a mudança nos indicadores de saúde mental e a aprendizagem de comportamentos socialmente habilidosos. Dessa forma, foi realizado o estudo com cinco participantes, dividido em Grupo 1 (n = 3) e Grupo 2 (n = 2), ao longo da pandemia COVID-19. Os participantes passaram por avaliações pré, após a sexta sessão, pós intervenção e avaliação de seguimento, utilizando-se os instrumentos BDI-II, BAI, DASS-21 e QHC, as sessões ocorreram de forma virtual diante do isolamento social e interrupção das atividades acadêmicas presenciais. Os resultados obtidos demonstram a redução dos índices clínicos de ansiedade, depressão, desenvolvimento de autoconhecimento e comportamentos socialmente habilidosos, dados obtidos por meio das escalas de humor, habilidades sociais e relatos dos participantes. A excepcionalidade do estudo consiste na aplicação virtual de um treino estruturado com este seguimento da população, durante a pandemia COVID-19, viabilizando um estudo longitudinal com a análise por triangulação de métodos.