Detecção de IgY em gemas de ovos provenientes de aves reprodutoras pesadas vacinadas e não vacinadas com vacina autógena contra Aviadenovírus e Reovírus

Mesmo com grandes avanços tecnológicos para produção, a avicultura nacional passa por grandes desafios causados por agentes infecciosos, sendo eles responsáveis por grandes prejuízos para cadeia produtora. Dois desses agentes infecciosos são os Aviadenovírus e o Reovírus. O trabalho avaliou e quanti...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Faria, Vinicius Borges de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-17092025-103729
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10133/tde-17092025-103729/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Aviadenovírus
Reovírus
Anticorpos circulantes
Autogenous vaccines
Aviadenovirus
Circulating antibodies
IgY
Reovirus
Vacinas autógenas
Descripción
Sumario:Mesmo com grandes avanços tecnológicos para produção, a avicultura nacional passa por grandes desafios causados por agentes infecciosos, sendo eles responsáveis por grandes prejuízos para cadeia produtora. Dois desses agentes infecciosos são os Aviadenovírus e o Reovírus. O trabalho avaliou e quantificou a transmissão de anticorpos (IgY) da matriz para o pintainho em casos de animais vacinados com vacina autógena, para Aviadenovírus e para Reovírus e demonstrou a transmissão desses anticorpos em casos de infecções a campo por esses agentes. Foram analisados 8 lotes de matrizes pesadas contendo 50.000 aves em cada lote, onde as mesmas foram separadas em 4 grupos (G1 a G4), sendo eles: G1: aves vacinadas com vacina autógena contra Aviadenovírus, G2: aves vacinadas com vacina autógena contra Reovírus, G3: aves infectadas naturalmente com Aviadenovírus e G4: aves infectadas naturalmente com Reovírus. Além dessa separação, um grupo controle (G5) de Specific Pathogen Free (SPF), foi usado como grupo negativo. As aves dos grupos vacinados foram imunizadas com 2 doses de vacina autógena oleosa com 12 e 18 semanas de idade. Assim que os lotes de matrizes separadas em cada grupos atingiram a idade de 30 semanas, foram coletados 30 ovos de cada lote e os mesmos passaram pelo procedimento de extração e quantificação de IgY, das gemas de ovos coletadas pelo teste de ELISA. Além da detecção de IgY nos diferentes grupos, foi avaliado também índices de ganho de peso e mortalidade total de lotes de frangos de corte com origem dos lotes de matrizes analisados no estudo. O estudo demonstrou que em lotes de matrizes que estavam com problemas clínicos da doença a passagem de anticorpos para progênie via ovo, tanto para Aviadenovírus como para Reovírus, ocorre de uma maneira desuniforme (alto desvio padrão) e títulos mais altos em relação a aves que foram imunizadas com vacina autógena que apresentam títulos mais baixos e mais uniformes. Em relação aos frangos de corte analisados, lotes de origens de matrizes vacinadas, apresentaram um resultado superior de ganho de peso e mortalidade total menor em relação a lotes de origens de matrizes que estavam infectadas com o agente.