Seasonal chaetognath abundance and distribution in a tropical estuary (Southeastern, Brazil)

Este estudo abordou a abundância e distribuição sazonal das espécies de quetognatos, no sistema estuarino baía de Vitória/Canal da Passagem, Espírito Santo, Brasil. Os organismos foram coletados entre julho de 1997 e abril de 1998 em 10 estações amostrais, utilizando uma rede de plâncton cilíndrico-...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Fernandes, Luiz Loureiro, Sterza, José Mauro, Neves, Keyla de Oliveira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2005
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Brazilian Journal of Oceanography
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/38420
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/bjoce/article/view/38420
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sagitta
Chaetognatha
Sazonalidade
Abundância
Distribuição
Estuário
Brasil
Seasonality
Abundance
Distribution
Estuary
Brazil
Descripción
Sumario:Este estudo abordou a abundância e distribuição sazonal das espécies de quetognatos, no sistema estuarino baía de Vitória/Canal da Passagem, Espírito Santo, Brasil. Os organismos foram coletados entre julho de 1997 e abril de 1998 em 10 estações amostrais, utilizando uma rede de plâncton cilíndrico-cônica de 200µm de malha e 30 cm de abertura de boca, dotada de um fluxômetro mecânico. Cinco espécies de quetognatos foram identificadas: Sagitta enflata, Sagitta decipiens, Sagitta hispida, Sagitta friderici e Sagitta minima. A maioria destas espécies esteve distribuída em áreas com alta salinidade (e.g. estações próximas a saída do estuário). As espécies dominantes S. enflata e S. friderici foram mais freqüentes na parte externa do estuário onde as salinidades variaram de 32 (verão - estação chuvosa) a 28 (inverno - estação seca). S. friderici foi a única espécie encontrada no meio do Canal da Passagem, em uma estação próxima a uma fonte de água doce para o estuário. Os resultados mostram que os quetognatos entram no estuário devido ao efeito da maré, não sendo residentes típicos desse sistema. Isto é esperado visto que este grupo normalmente habita regiões verdadeiramente marinhas.