O PROTAGONISMO NEGRO NOS CONTOS DE FADAS MODERNOS
Este artigo busca investigar os contos de fadas modernos, em particular as narrativas que apresentam personagens negras. Para isso, foram selecionados os livros Rapunzel e o Quibungo (2012) e Cinderela e Chico Rei (2015), ambos adaptados por Cristina Agostinho e Ronaldo Simões, e ilustrados por Walt...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Goiás (UFG) |
| Repositorio: | Poíesis Pedagógica |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.periodicos.ufcat.edu.br:article/56432 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/poiesis/article/view/56432 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Contos de Fadas Modernos Cultura Africana e Afro-brasileira Educação Antirracista |
| Sumario: | Este artigo busca investigar os contos de fadas modernos, em particular as narrativas que apresentam personagens negras. Para isso, foram selecionados os livros Rapunzel e o Quibungo (2012) e Cinderela e Chico Rei (2015), ambos adaptados por Cristina Agostinho e Ronaldo Simões, e ilustrados por Walter Lara. O referencial para a análise foi ancorado, Nelly Machado (2002), Debus (2006, 2013, 2017), Coelho (2000, 2008), Vale (2001) e demais estudiosos da literatura para infância. A análise permitiu constatar a inserção dos elementos que dão novo significado às narrativas feéricas tradicionais, o que permite compreender e valorizar os elementos da cultura africana e afro-brasileira e a sua importância das releituras contemporâneas para uma educação antirracista. |
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