La prevalencia de lesión y los factores asociados en corredores callejeros de la ciudad de Juiz de Fora (MG)

No Brasil, a corrida de rua é o segundo esporte mais praticado; entretanto, pode ocasionar lesões musculoesqueléticas. Estudos sobre o tema são importantes para nortear estratégias de prevenção e intervenção. Assim, o objetivo foi investigar a prevalência de lesões e os fatores associados em corredo...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Roth, Arlete dos Reis, Borel, Wyngrid Porfírio, Rossi, Bárbara Palmeira, Elias Filho, José, Vicente, Eduardo José Danza, Felicio, Diogo Carvalho
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2018
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositório:Fisioterapia e Pesquisa
Idioma:português
inglês
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/152763
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/fpusp/article/view/152763
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Running/injuries
Prevalence
Carrera/lesiones
Prevalencia
Corrida/lesões
Lesão
Prevalência
Descrição
Resumo:No Brasil, a corrida de rua é o segundo esporte mais praticado; entretanto, pode ocasionar lesões musculoesqueléticas. Estudos sobre o tema são importantes para nortear estratégias de prevenção e intervenção. Assim, o objetivo foi investigar a prevalência de lesões e os fatores associados em corredores de rua da cidade de Juiz de Fora(MG). Tratase de um estudo observacional do tipo transversal. A amostra foi selecionada por conveniência. Foram incluídos corredores amadores, entre 18 e 60 anos e que realizavam treinos em diferentes locais da cidade. Foram excluídos participantes com histórico de fratura e osteossíntese em membros inferiores ou que praticassem outro esporte que não fosse a musculação. Para analisar os dados, foram utilizados os testes t de Student, Mann-Whitney e X2 (α=0,05). Os participantes foram alocados em grupo lesão (GL, n=37) e grupo sem lesão (GSL, n=113). A prevalência de lesão foi de 24,7%. O GL praticava a corrida há mais tempo (76,2 ± 9,1 × 36,7 ± 39,0 meses; P<.01), teve menor aumento da frequência semanal do treinamento (49,5% × 54,2%; P=.04), realizou menos alongamento prévio (48,6% × 75,2%; P=.02), apresentou maior percentual de análise da marcha para escolha do calçado (62,1% × 43,3%; P=.04) e uso de palmilha (35,1% X 14,1%; P=<.01). A prevalência de lesões foi baixa. Os que correm há mais tempo têm maior risco de lesão mesmo sem incremento na frequência semanal. O alongamento foi protetor e a prescrição de calçado e palmilha indiscriminados não garantiram resultados satisfatórios.