Propagação da figueira 'Roxo de Valinhos' por alporquia

O objetivo do presente trabalho foi estudar a posição do ramo associada a diferentes ferimentos, substratos e concentrações de ácido indolbutírico (AIB) no enraizamento de alporques de figueira 'Roxo de Valinhos'. No primeiro experimento, foram realizados alporques na porção basal, mediana...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Daneluz, Simone, Pio, Rafael, Chagas, Edvan Alves, Barbosa, Wilson, Ohland, Tatiane, Kotz, Tailene Elisa
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/39258
Acesso em linha:https://repositorio.ufla.br/handle/1/39258
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description O objetivo do presente trabalho foi estudar a posição do ramo associada a diferentes ferimentos, substratos e concentrações de ácido indolbutírico (AIB) no enraizamento de alporques de figueira 'Roxo de Valinhos'. No primeiro experimento, foram realizados alporques na porção basal, mediana e apical dos ramos, no início do mês de março. No preparo dos alporques, foram realizados diferentes ferimentos: anel inteiro (anéis de três cm de comprimento), dois cortes (cortes paralelos de três cm de comprimento e um cm de largura), um corte (corte de três cm de comprimento e um cm de largura) e a testemunha com ausência de corte. Em seguida, colocou-se, no local do tratamento, substrato à base de casca de pínus umedecido, envolvendo-se com plástico transparente e amarrando-se nas extremidades, para evitar a perda de umidade. Passados 50 dias, os alporques foram removidos para a avaliação da porcentagem de alporques calejados, enraizados e o número médio de raízes. Em seguida, foram transplantados para leito de areia umedecido sob telado constituído de sombrite com 50% de luminosidade. Passados 30 dias, foram mensurados a porcentagem de alporques vivos e brotados, e o número médio de brotos. No segundo experimento, os alporques foram realizados no mês de abril, na porção mediana dos ramos, sem ferimento, aplicando-se no local, diferentes concentrações de AIB (0; 1.000; 2.000 e 3.000 mg L-1) e, em seguida, foram envolvidos pelos seguintes substratos: casca de pínus umedecido, esfagno umedecido e a mistura de ambos na proporção 1:1 v/v. Passados 60 dias, os alporques foram removidos para a mensuração da porcentagem de alporques calejados, enraizados e o número médio de raízes. Concluiu-se que os alporques devem ser realizados na porção mediana dos ramos, ausentes de ferimento, tratados com 1.000 mg L-1 de AIB e envolvidos com substrato à base de casca de pínus.
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Em seguida, colocou-se, no local do tratamento, substrato à base de casca de pínus umedecido, envolvendo-se com plástico transparente e amarrando-se nas extremidades, para evitar a perda de umidade. Passados 50 dias, os alporques foram removidos para a avaliação da porcentagem de alporques calejados, enraizados e o número médio de raízes. Em seguida, foram transplantados para leito de areia umedecido sob telado constituído de sombrite com 50% de luminosidade. Passados 30 dias, foram mensurados a porcentagem de alporques vivos e brotados, e o número médio de brotos. No segundo experimento, os alporques foram realizados no mês de abril, na porção mediana dos ramos, sem ferimento, aplicando-se no local, diferentes concentrações de AIB (0; 1.000; 2.000 e 3.000 mg L-1) e, em seguida, foram envolvidos pelos seguintes substratos: casca de pínus umedecido, esfagno umedecido e a mistura de ambos na proporção 1:1 v/v. Passados 60 dias, os alporques foram removidos para a mensuração da porcentagem de alporques calejados, enraizados e o número médio de raízes. Concluiu-se que os alporques devem ser realizados na porção mediana dos ramos, ausentes de ferimento, tratados com 1.000 mg L-1 de AIB e envolvidos com substrato à base de casca de pínus.The objective of the present work was to study the position of the branch associated to different wounds, substrates and concentrations of indolbutyric acid (IBA) in the rooting of air layering in 'Roxo de Valinhos' fig tree. In the first experiment, air layering was accomplished in the basal, medium portion and apical of the branches in the beginning of the month of March. In the prepare the air layering, different wounds were accomplished: whole ring (rings of three cm of length), two cuts (parallel cuts of three cm of length and a cm of width), a cut (measuring three cm of length and one cm of width) and the witness cut absence. Soon after, it was placed in the place of the treatment, substrate of humidified pinus, wrapped up with transparent plastic and being tied in the extremities, to avoid the humidity loss. After 50 days, the air layering was removed for the evaluation of the percentage of case-hardened and rooted layers and the medium number of roots. Soon after, they were transplanted for bed of sand humidified under nursery constituted of sombrite with 50% of brightness. After 30 days, it was evaluated the percentage of alive, air layering sprouted and the medium number of sprouts. In the second experiment, the air layering was accomplished in the month of April, in the medium portion of the branches, without wound, being applied in the place, different concentrations of IBA (0, 1000, 2000 and 3000 mg L-1) and soon after, they were involved by the following substrate: humidified pinus, humidified sphagnum and the mixture in the proportion 1:1 v/ v. After 60 days, the air layering was removed for the evaluated of the percentage of case-hardened and rooted layers and the medium number of roots. It was concluded that the air layering should be accomplished in the medium portion of the branches, absent of wound, agreements with 1000 mg L-1 of IBA and involved with pinus substrate.Sociedade Brasileira de Fruticultura (SBF)Attribution-NonCommercial 4.0 Internationalhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessRevista Brasileira de Fruticultura (RBF)reponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAFicus carica L.EstaquiaÁcido indolbutíricoCuttingIndolbutyric acidPropagação da figueira 'Roxo de Valinhos' por alporquiaPropagation of the fig tree 'Roxo de Valinhos' by air layeringinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/articleporDaneluz, SimonePio, RafaelChagas, Edvan AlvesBarbosa, WilsonOhland, TatianeKotz, Tailene ElisaORIGINALARTIGO_Propagação da figueira 'Roxo de Valinhos' por alporquia.pdfARTIGO_Propagação da figueira 'Roxo de Valinhos' por alporquia.pdfapplication/pdf80115https://repositorio.ufla.br/bitstreams/15cbb72c-23c3-4f7b-b85c-6f3d8fa39cbd/downloadd1eef7f2ac8b786e3a228f494052ddeeMD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8913https://repositorio.ufla.br/bitstreams/a55f7fb6-01ae-435a-9bbb-0ab1091b861e/download3ed9dcfcdaa138fb3ca7d7db99308a28MD52falseAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/9c6dc7d0-3505-4575-8715-c1f1e55ff18a/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD53falseAnonymousREAD1/392582025-07-17 11:03:33.518http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/Attribution-NonCommercial 4.0 Internationalopen.accessoai:repositorio.ufla.br:1/39258https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-07-17T14:03:33Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo=
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