MEMÓRIA E (TRANS)FRONTEIRAS: UMA ANÁLISE DA OBRA DE VITOR RAMIL E DE JUAN JOSÉ SAER

O presente texto busca apresentar uma reflexão em torno da obra artístico-literária do cantor, compositor e escritor gaúcho Vitor Ramil, e da obra do escritor argentino Juan José Saer. Em ambos, o cenário pampeano e as expressões de uma cultura híbrida de fronteira são predominantes. Paisagens cultu...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Buchweitz, marlise, Ferreira, Maria Letícia Mazzucchi
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Cadernos do IL (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/66813
Acesso em linha:https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/66813
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Literatura latino-americana
Literatura Comparada
Memória
Identidade.
Descrição
Resumo:O presente texto busca apresentar uma reflexão em torno da obra artístico-literária do cantor, compositor e escritor gaúcho Vitor Ramil, e da obra do escritor argentino Juan José Saer. Em ambos, o cenário pampeano e as expressões de uma cultura híbrida de fronteira são predominantes. Paisagens culturais, ritmos musicais compartilhados, registros da cidade em diferentes matizes e temporalidades, são expressões desses universos representados por Ramil e Saer, testemunhos da construção discursiva de uma identidade que ultrapassa as noções de latinoamericanidade, ao mesmo tempo em que reafirma lugares culturais comuns. Analisam-se os ensaios A Estética do Frio e El río sin orillas, as narrativas em prosa Satolep e O Enteado, além do disco Délibáb, de Ramil, e do livro de poemas El arte de narrar, de Saer.