Peter Pan e infância eterna: sob o signo da criança heroica

Este artigo traça o retrato de Peter Pan como criança que persiste em manter o estado de infância e apresenta a sua natureza mítica e arquetipal. Ancora-se nos contributos de Jung, da história da mitologia e da hermenêutica simbólica de Gilbert Durand. Das lições advindas da leitura e análise da obr...

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Detalles Bibliográficos
Autores: ARAÚJO, Alberto Filipe, ARAÚJO, Joaquim Machado de, MONT’ALVERNE, Iduína
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
Repositorio:Revista de Educação Pública
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicoscientificos.ufmt.br:article/8403
Acceso en línea:https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/educacaopublica/article/view/8403
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mitocrítica. Peter Pan. Infância Eterna. Simbolismo.
Infância
Descripción
Sumario:Este artigo traça o retrato de Peter Pan como criança que persiste em manter o estado de infância e apresenta a sua natureza mítica e arquetipal. Ancora-se nos contributos de Jung, da história da mitologia e da hermenêutica simbólica de Gilbert Durand. Das lições advindas da leitura e análise da obra de Barrie, é preciso recordar que as pessoas crescidas se esquecem de alçar voos, pois se afastam da imaginação, recalcam-na, recusam-na mesmo em nome da razão, do lado diurno, solar, patriarcal da vida, em detrimento do lado noturno, místico, lunar, matriarcal da vida.