Escrevivências sonoras : a música preta brasileira como ferramenta para autodefinição de mulheres negras
Esta dissertação de mestrado explora como músicas brasileiras interpretadas e/ou compostas por mulheres negras contribuem para a autodefinição e a desconstrução de imagens de controle associadas a elas. O estudo busca entender a relação entre as canções e o cotidiano, além de como a música impacta a...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2024 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repository: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/292274 |
| Online Access: | http://hdl.handle.net/10183/292274 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Música Mulher negra Sexismo Racismo Subjetividade Escrevivência Resistência Controle social Psicologia social Self-definition Black feminism Black subjectivities Escrevivências sonoras Social psychology |
| Summary: | Esta dissertação de mestrado explora como músicas brasileiras interpretadas e/ou compostas por mulheres negras contribuem para a autodefinição e a desconstrução de imagens de controle associadas a elas. O estudo busca entender a relação entre as canções e o cotidiano, além de como a música impacta a vida de outras mulheres negras, sejam musicistas ou ouvintes. Também visa criar um espaço para a troca de experiências sobre discriminação e violência de gênero e raça. A estrutura teórica aborda o feminismo negro, a presença das mulheres negras na música, os estereótipos raciais e sexistas, e o conceito de autodefinição. A dissertação inclui ainda uma oficina prática e reflexões metodológicas, chamada “Escrevivências Sonoras” onde a experiência do grupo com audições musicais e discussões sobre temas que fazem parte da vida da mulher negra é apresentada e dela nasce o “Quilombo Terapêutico” como uma nova possibilidade de cuidado em saúde mental para população negra construído desde dentro. As questões éticas são respaldadas pela Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde, Ofício Circular Nº 2/2021 do CONEP, Resolução 466/2012 e a pesquisa teve a aprovação do comitê de ética em pesquisa do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sob o parecer nº 5.631.540. |
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