Avaliação do crescimento dos arcos dentários de pacientes com fissura transforame incisivo unilateral submetidos à cirurgia de lábio e palato mole no primeiro tempo e de palato duro no segundo tempo
Os efeitos das cirurgias primárias sobre os arcos dentários vêm sendo objeto de estudo ao longo do tempo. O presente estudo se propõe a avaliar a relação oclusal dos arcos dentários de pacientes com fissura transforame incisivo unilateral submetidos à cirurgia de lábio e palato mole no primeiro temp...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-07122009-142051 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-07122009-142051/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cirurgia de lábio e palato Cleft lip and palate delayed hard palate closure fissura labiopalatina Goslon yardstick índice de Goslon |
| Sumario: | Os efeitos das cirurgias primárias sobre os arcos dentários vêm sendo objeto de estudo ao longo do tempo. O presente estudo se propõe a avaliar a relação oclusal dos arcos dentários de pacientes com fissura transforame incisivo unilateral submetidos à cirurgia de lábio e palato mole no primeiro tempo e palato duro no segundo tempo por meio de modelos de estudo documentados em pacientes portadores de fissura transforame incisivo unilateral em uma fase mais tardia. Para a avaliação das arcadas utilizou-se o índice oclusal de Goslon (Mars et al 1987) em uma amostra de 42 modelos de gesso de pacientes com idade entre 15 e 19 anos que reparam o palato mole aos 6 meses e o palato duro aos 40 meses. O objetivo dos índices consiste em facilitar o prognóstico e a aplicação de protocolos terapêuticos no tratamento dos pacientes com fissuras de lábio e palato. Em relação aos resultados, a distribuição do Índice oclusal de Goslon foi 42,86% dos pacientes no grupo 1 (G1), 19,05% no grupo 2 (G2), 16,67% no grupo 3 (G3), 7,14% no grupo 4 (G4) e 14,29% no grupo (G5). Para os escores agrupados do índice de Goslon, 61,90 % dos pacientes foram classificados nos grupos 1 e 2 (G1+G2) demonstrando uma relação interarcos satisfatória e 21,43% foram categorizados nos grupos 4 e 5 (G4+G5), considerando uma pobre relação interarcos. |
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