Marcas da historicidade e da centralidade do espaço urbano: o caso do Mercado Central de Pelotas-RS

O foco desta apresentação é a historicidade construída pelos citadinos nos espaços centrais da cidade de Pelotas. A referência empírica de centralidade é o Mercado Público o qual recebeu uma intervenção urbanística entre 2009 e 2012, que resultou numa mudança na paisagem urbana advinda da multifunci...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Ribeiro, Maria Thereza Rosa
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/8297
Acceso en línea:http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/8297
https://doi.org/10.47208/sd.v26i3.2792
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mercado Central
Espaço urbano
Centralidade
Historicidade
Central Market
Urban space
Centrality
Historicity
Descripción
Sumario:O foco desta apresentação é a historicidade construída pelos citadinos nos espaços centrais da cidade de Pelotas. A referência empírica de centralidade é o Mercado Público o qual recebeu uma intervenção urbanística entre 2009 e 2012, que resultou numa mudança na paisagem urbana advinda da multifuncionalidade do uso do espaço e da dinâmica de consumo dos frequentadores. O estudo capta as ações dos citadinos, em cujas práticas produzem formas de convivência no espaço urbano que deixam vir à cena conflitos, consensos, exclusão social (gentrificação). A análise faz uso de fontes secundárias sobre a história do Mercado Central de Pelotas, com vistas a conhecer o significado do Mercado Público enquantoherança de tempos pretéritos que integra o conjunto arquitetônico histórico de Pelotas, reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN, 2006; 2012). A concepção de história do lugar abrange as categorias “isotopia”, lugar do mesmo, mesmo lugar; “heterotopia”, o outro lugar e o lugar dooutro; e, “u-topia”, o não-lugar, o lugar do alhures, na perspectiva crítica de Henri Lefebvre, em suas obras O direito à Cidade ([1968], 2001) e a Revolução urbana ([1970], 2008).