Um critério energético para o desenvolvimento de vida em um exoplaneta

Este artigo faz uma revisão da hipótese PET (Proportional Evolutionary Time), recentemente proposta na literatura. Esta proposta sugere uma relação entre a quantidade máxima de energia incidente na superfície de um exoplaneta com o tempo necessário para o desenvolvimento de vida complexa. Como conse...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Velten, Hermano, Delladea, Douglas, Primola, Arthur
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
Repositorio:Cadernos de Astronomia
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.ufes.br:article/38561
Acesso em linha:https://periodicos.ufes.br/astronomia/article/view/38561
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:astrobiologia
exoplanetas
desenvolvimento da vida
astrobiology
exoplane
development of life
Descrição
Resumo:Este artigo faz uma revisão da hipótese PET (Proportional Evolutionary Time), recentemente proposta na literatura. Esta proposta sugere uma relação entre a quantidade máxima de energia incidente na superfície de um exoplaneta com o tempo necessário para o desenvolvimento de vida complexa. Como consequência, pode-se sugerir também uma relação entre a classificação espectral da estrela hospedeira e a probabilidade de que um de seus exoplanetas tenha atendido as condições energéticas para o desenvolvimento de vida. Além de apresentar esta hipótese, discutimos algumas possíveis extensões e aplicações. Como exemplo de um de nossos resultados, encontramos que já houve incidência energética suficiente no planeta Vênus capaz de viabilizar o desenvolvimento de vida complexa. O mesmo ainda não teria ocorrida em Marte. Também encontramos um possível contra-exemplo da hipótese PET. O exoplaneta GJ 887 b orbita uma estrela tipo M e recebeu energia suficiente para desenvolver vida complexa.