Thomas Merton: itinerarium da vida contemplativa no tempo e na história

O trabalho propõe-se a aprofundar o tema da vida contemplativa em Thomas Merton, reconhecendo que a categoria contemplação, mais do que um tema foi um eixo em torno do qual girou toda a sua obra. A tese central é a de que Merton reinaugura um caminho místico e contemplativo de busca e encontro com D...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Pereira, Sibélius Cefas
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Repositorio:Repositório Institucional da UFJF
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/1669
Acceso en línea:https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/1669
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::TEOLOGIA
Thomas Merton
Contemplação
Mística
Contemplation
Mystic
Descripción
Sumario:O trabalho propõe-se a aprofundar o tema da vida contemplativa em Thomas Merton, reconhecendo que a categoria contemplação, mais do que um tema foi um eixo em torno do qual girou toda a sua obra. A tese central é a de que Merton reinaugura um caminho místico e contemplativo de busca e encontro com Deus no tempo e na história. A Realidade divina e a realidade humana como realidades convergentes. Na primeira parte abordou-se o tema da contemplação como experiência de plenitude de vida em três direções: a relação contemplação, escrita e vida; mediações da contemplação; lugares privilegiados da experiência contemplativa. Na segunda parte abordou-se a perspectiva da contemplação no tempo e na história, assim direcionados: o tempo de Merton; seu diálogo com a cultura, a sociedade e a teologia; a relação contemplação e compaixão; e, por fim, a relação contemplação e ação profética, aprofundando sobre temáticas sociais. Assim, entende-se que na mística cristã, contemplação e ação, transcendência e imanência são realidades interdependentes. Nesse sentido, o itinerarium de Thomas Merton é dos mais expressivos, ao traduzir uma ideia de contemplação não como fuga do mundo e sim como experiência no tempo.