Teatro do oprimido : rupturas, permanências e transform(ações)
Essa dissertação objetivou apresentar rupturas, permanências e transformações da prática do Teatro do Oprimido (TO), tendo em vista o período em que foi concebido, na década de 1970 e como é praticado hoje pelo Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro (CTO Rio). Assim, os três capítulos dessa...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE) |
| Repositorio: | Repositório Digital do Mackenzie |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:dspace.mackenzie.br:10899/38540 |
| Acceso en línea: | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/38540 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | teatro do oprimido Augusto Boal Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro história do teatro |
| Sumario: | Essa dissertação objetivou apresentar rupturas, permanências e transformações da prática do Teatro do Oprimido (TO), tendo em vista o período em que foi concebido, na década de 1970 e como é praticado hoje pelo Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro (CTO Rio). Assim, os três capítulos dessa dissertação apresentam a estrutura do TO; a vida, obra e contexto social, histórico e cultural de Augusto Boal, além de apresentar um relato de experiência prática contemporâneo do TO. Dessa maneira, essa pesquisa é do tipo cartográfica, no sentido de construir caminhos de referência e percursos alternativos em vistas de apreender fenômenos complexos e nuances rizomáticos da realidade, e utilizou como base tanto a pesquisa bibliográfica e documental, com base em Boal (1979, 1996, 2001, 2009, 2013, 2014, 2020), Da Silva (2008), De Castro (2004); Freire (1987) Nascimento (2004) Santos (2009, 2010, 2016). Trata-se de um Estudo de Caso pelo fato da investigação buscar estratégias para a análise do TO no esforço de conhecer o fenômeno atual em seu contexto real. Assim, o procedimento realizado em junho de 2022, no CTO Rio, possibilitou por meio de uma entrevista semiestruturada o contato com duas coringas, no esforço de responder a problemática. |
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