Polimorfismos genéticos em pacientes de Goiânia com endometriose: um estudo analítico
Controles intra e extracelulares impedem a implantação e a proliferação de células endometriais ectópicas nas mulheres saudáveis. Anormalidades em quaisquer desses controles levam à sobrevida dessas células, implantação e a consequente progressão da Endometriose. Células endometriais com polimorfism...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ambar:tede/2366 |
| Acceso en línea: | https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/2366 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Polimorfismo p53 Receptor β de estrógeno Receptor de progesterona GSTM1 GSTT1 CYP1A1 Endometriose Polymorphism Estrogen Receptor β Progesterone receptor Endometriosis CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::GENETICA |
| Sumario: | Controles intra e extracelulares impedem a implantação e a proliferação de células endometriais ectópicas nas mulheres saudáveis. Anormalidades em quaisquer desses controles levam à sobrevida dessas células, implantação e a consequente progressão da Endometriose. Células endometriais com polimorfismos genéticos respondem a sinais locais e se proliferam não sofrendo apoptose. Os produtos dessas células anormais estimulam a invasão de tecidos e induzem respostas inflamatórias. A doença é complexa e relacionada a fatores como o genético, o imunológico e o ambiental. Este trabalho analisou seis polimorfismos de seis diferentes genes (p53; Receptor β de estrógeno; Receptor de progesterona; GSTM1; GSTT1; CYP1A1). As frequências dos genótipos polimórficos foram obtidas das mesmas 50 pacientes para todos os genes e analisadas pelo Teste Exato de Fisher ou Teste G. Os genes foram analisados dois a dois e posteriormente três a três. Resultados significativos foram encontrados para seis pares de genes (p53- REβ com frequência de polimorfismo 5,9 vezes maior no grupo endometriose; p53-GSTM1 com frequência 2,39 vezes maior; p53-CYP1A1 com 65,5% das pacientes com endometriose apresentando os polimorfismos; REβ-PROGINS com frequência 3,0 vezes maior; GSTM1-PROGINS e GSTT1-CYP1A1, ambos com 31,25% das pacientes do grupo endometriose apresentando os polimorfismos). Em 15 situações quando os genes foram analisados três a três o p foi menor que 0,05. Os polimorfismos de maior frequência foram dos genes p53, REβ e GSTM1 com 20% das pacientes com endometriose apresentando esses polimorfismos; PROGINS, REβ e GSTM1 com 18% e p53, REβ e PROGINS com 12%. Esses resultados corroboram a ideia de que a presença de polimorfismos em mais de um gene relacionado à endometriose pode levar ao aparecimento e deselvolvimento da doença. Estudos devem ser direcionados a esses genes na tentativa de compreender mellhor a relação entre eles e o possível desenvolvimento de novas técnicas de diagnóstico baseada nos marcadores moleculares desses mesmos genes. |
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