Evolução das exportações brasileiras de flores e plantas ornamentais e as principais regiões produtoras e exportadoras de flores de corte

O crescimento do setor de flores e plantas ornamentais vem despertando interesse entre os pesquisadores que atuam em diversas áreas, principalmente pela representatividade que exerce atualmente no volume e no valor negociado no agronegócio mundial, surgindo como um dos mais novos e importantes setor...

Full description

Bibliographic Details
Author: MEDEIROS, Fábio de Oliveira
Format: master thesis
Status:Published version
Publication Date:2009
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
Repository:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:tede2:tede2/4511
Online Access:http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/4511
Access Level:Open access
Keyword:Flores de corte
Exportação
Planta ornamental
Cut-flowers
Exportation
Global envolvement
OUTROS::ADMINISTRACAO RURAL
Description
Summary:O crescimento do setor de flores e plantas ornamentais vem despertando interesse entre os pesquisadores que atuam em diversas áreas, principalmente pela representatividade que exerce atualmente no volume e no valor negociado no agronegócio mundial, surgindo como um dos mais novos e importantes setores em potencial. Diante disso, o estudo pretendeu analisar a participação das exportações brasileiras de flores de corte com o mundo; um player, que apesar de ainda pequena participação nos valores gerados pelo comércio mundial, sua produção e sua participação tendem a aumentar. Depois de identificar os principais estados produtores nacionais nesse segmento, a pesquisa procurou explicar qual o diferencial competitivo entre esses estados nos processos de produção, pós-colheita e distribuição das flores de corte e compará-las com importantes atores internacionais, a fim de que as informações coletadas possam esclarecer se o país possui estrutura adequada ou melhorar ainda mais a já existente. O que se percebeu foi a pequena distribuição e propagação dos avançados sistemas utilizados em poucos estados brasileiros, demonstrando que o país, apesar da existência de importantes pólos de produção e comercialização, necessita ainda apoiar e propagar para outras regiões e em toda a cadeia, níveis de tecnologia de ponta fundamentais para melhorar e expandir a nossa participação no contexto mundial.