Gênero, fragmentação e montagem em Zero, de Ignácio de Loyola Brandão
O propósito da investigação proposta é explicar o conteúdo expressivo do livro Zero e o modo como ele é veiculado. A hipótese é a de que a mistura de gêneros e, principalmente, o uso do processo de montagem, no caso particular de Zero, cria uma metáfora para a turbulência do período militar e estabe...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Uniabeu Centro Universitário (UNIABEU) |
| Repositorio: | E-scrita |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.abeu.local:article/691 |
| Acceso en línea: | https://revista.uniabeu.edu.br/index.php/RE/article/view/691 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Letras; Literatura brasileira. Romance brasileiro; Ignácio de Loyola Brandão; Zero; Montagem; Absurdo. |
| Sumario: | O propósito da investigação proposta é explicar o conteúdo expressivo do livro Zero e o modo como ele é veiculado. A hipótese é a de que a mistura de gêneros e, principalmente, o uso do processo de montagem, no caso particular de Zero, cria uma metáfora para a turbulência do período militar e estabelece o gênero “romance” como uma metáfora para a ditadura no Brasil. |
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