Evolução paleotopográfica da margem continental brasileira durante o Fanerozoico: evidências a partir da termocronologia por traços de fissão em apatitas
Este trabalho explora banco de dados traços de fissão em apatitas com o objetivo de desenvolver uma visão sinóptica de padrões de denudação através do espaço-tempo na margem continental brasileira. A resposta geomorfológica aos processos de rifteamento e ruptura continental variou ao longo da margem...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/220314 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/220314 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Evolucao geomorfologia Rift continental margin |
| Sumario: | Este trabalho explora banco de dados traços de fissão em apatitas com o objetivo de desenvolver uma visão sinóptica de padrões de denudação através do espaço-tempo na margem continental brasileira. A resposta geomorfológica aos processos de rifteamento e ruptura continental variou ao longo da margem continental brasileira. No processo de construção do relevo desta margem foram registrados três episódios de resfriamento acelerado, que são vinculados a processos denudacionais: Cretáceo Inferior, Cretáceo Superior e Paleógeno-Neógeno. As margens continentais sudeste e leste apresentam uma morfologia de margem continental passiva característica, com as bacias sedimentares offshore separadas da região continental elevada, composta pelas Serra do Mar e daSerra da Mantiqueira, por uma planície costeira relativamente estreita. As idades de soerguimento são mais jovens do que a idade do rifteamento. O resfriamento do Paleógeno-Neógeno é resultado do aumento nas taxas de denudação, que são relacionados à formação e reativação de blocos de falha de alto ângulo que se moveram em resposta às tensões intraplaca. A região do Arco de Ponta Grossa apresenta o relevo mais jovem de toda a margem, sendo um alto topográfico associado ao magmatismo Paraná-Etendeka e limitado por zonas de cisalhamento. Duas porções da margem apresentam relevo diferenciado, com episódios de denudação pré-rifte. A Depressão Sertaneja, na margem nordeste, típica região semi-árida do nordeste caracterizada como um pediplano, com vales estreitos e vertentes dissecadas, com resfriamento do Permiano-Jurássico Inferior; e a margem sul, local com topografia baixa, e soerguimento lento e contínuo do Paleozoico. |
|---|