GRACILIANO RAMOS E AS APORIAS DO PERDÃO
O ensaio propõe ler a autobiografia Infância, de Graciliano Ramos, como um espaço de reflexão sobre a experiência paradoxal do perdão. Tomando como base a elaboração teórica desenvolvida por Jacques Derrida sobre o tema, a análise procura privilegiar as passagens em que Graciliano Ramos ao mesmo tem...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Literatura e Sociedade (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/114493 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/ls/article/view/114493 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Perdão. Memória. Paradoxo. Violência. Infância. Graciliano Ramos Forgiveness. Memory. Paradox. Violence. Infância. Graciliano Ramos. |
| Sumario: | O ensaio propõe ler a autobiografia Infância, de Graciliano Ramos, como um espaço de reflexão sobre a experiência paradoxal do perdão. Tomando como base a elaboração teórica desenvolvida por Jacques Derrida sobre o tema, a análise procura privilegiar as passagens em que Graciliano Ramos ao mesmo tempo rememora e desfaz as violências de que foi vítima, procurando reconsidera-las a partir de outros pressupostos éticos. |
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