[pt] OBSERVANDO A CONEXÃO AFETIVA EM CRIANÇAS AUTISTAS

[pt] A capacidade de conexão afetiva parece faltar às crianças com autismo o que prejudica as experiências intersubjetivas primária e secundária e, consequentemente, o desenvolvimento simbólico. As pesquisas desenvolvidas para a compreensão dos déficits na capacidade simbólica das crianças com trans...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: ANA MARIA CAMELO CAMPOS
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:11625
Acceso en línea:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=11625&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=11625&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.11625
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:[pt] TRANSTORNO AUTISTA
[pt] INTERSUBJETIVIDADE PRIMARIA
[pt] INTERSUBJETIVIDADE SECUNDARIA
[pt] CAPACIDADE SIMBOLICA
[pt] CONEXAO AFETIVA
[en] AUTISM SPECTRUM DISORDER
[en] PRIMARY INTERSUBJECTIVITY
[en] SECONDARY INTERSUBJECTIVITY
[en] SYMBOLIZATION ABILITY
[en] AFFECTIVE RELATEDNESS
Descripción
Sumario:[pt] A capacidade de conexão afetiva parece faltar às crianças com autismo o que prejudica as experiências intersubjetivas primária e secundária e, consequentemente, o desenvolvimento simbólico. As pesquisas desenvolvidas para a compreensão dos déficits na capacidade simbólica das crianças com transtorno do espectro autista (TEA) identificam dados quantitavos em relação aos comportamentos sociais, comunicativos pré-verbais e verbais e afetivos. No entanto, existe uma lacuna na tentativa de compreender como é a qualidade das interações sócio- afetivas iniciais destas crianças. Sabe-se que a conexão afetiva é pré-requisito básico para o desenvolvimento típico (DT) da capacidade de simbolizar. Esta pesquisa teve como objetivo investigar se e como ocorreu a conexão afetiva de 2 crianças TEA estando elas em interação com uma terapeuta. Foi incluído um grupo controle composto por 2 crianças DT. A descrição qualitativa de 5 cenas de filmagem mostrou que, apesar de haver diferenças qualitativas entre o grupo TEA e o grupo DT, é possível observar sinais sutis da conexão afetiva entre crianças autistas e a terapeuta.