Revisão bibliográfica e análise da prevalência e mortalidade da neoplasia maligna do estômago no Brasil nos últimos 10 anos / Bibliographical review and analysis of the prevalence and mortality of malignant neoplasm of the stomach in Brazil in the last 10 years

 Trata-se de um estudo epidemiológico observacional transversal, com o objetivo de analisar a prevalência, taxa de mortalidade e óbitos decorrentes da neoplasia maligna de estômago no Brasil, por região nos últimos 10 anos e comparar as diferenças entre gêneros e a distribuição no território naciona...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Vargas, Rafael Otero Amaral, Ragoni, Pedro Henrique de Moura, Povill, Yuri Gonçalves, Azeredo, Henrique Rabelo de, Hadid, Leonardo, Espasandin, Viviane Lozano
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Recursos:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/30564
Acesso em linha:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/30564
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Neoplasia maligna de estômago
Câncer de Estômago
Epidemiologia.
Descrição
Resumo: Trata-se de um estudo epidemiológico observacional transversal, com o objetivo de analisar a prevalência, taxa de mortalidade e óbitos decorrentes da neoplasia maligna de estômago no Brasil, por região nos últimos 10 anos e comparar as diferenças entre gêneros e a distribuição no território nacional. A análise foi feita através de dados secundários obtidos pelo sistema do DATASUS, com as variáveis epidemiológicas: sexo, números de internações, óbitos e taxa de mortalidade de acordo com o critério cronológico das internações hospitalares autorizadas no período compreendido entre maio/2010 e maio/2020. Durante o período houve 251.835 internações pelo câncer de estômago no Brasil, destas, 162.908 (64,69%) pela população masculina e 88.927 (35,31%) pela feminina; o número total de óbitos foi 42.042, sendo 27.139 (64,54%) na população masculina e 14.910 (35,46%) na população feminina; além de uma taxa de mortalidade de 16,7%, sendo 16,66% na população masculina e 16,77% na feminina. A região Sudeste apresentou o maior número de internações, 115.333 (45,80%), e o maior número de óbitos, 21.243 (50,52%), enquanto a região Norte apresentou a maior taxa de mortalidade, 21,4%. Apesar de notar-se um paulatino aumento no número de internações e mortes no período, o que se revela como um aumento no número de casos, pode ser interpretado como um dado positivo, pois sugere um maior acesso às promoções de saúde e a diagnósticos mais precoces, refletindo na diminuição da taxa de mortalidade da doença na última década.