Carmina de Magister Ludi: o estilo tardio em Max Martins
RESUMO: Neste ensaio apresentamos apontamentos sobre o estilo tardio conforme Adorno e Edward Said e a partir de aí proceder a leitura do poema “X” de Max Martins. Para tanto, propomos estender/distender os significados já operacionalizados para o estilo tardio, de modo a lançar como hipóteses sobre...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Pará (UFPA) |
| Repositorio: | Moara (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.ufpa.br:article/3830 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.ufpa.br/index.php/moara/article/view/3830 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Resumo: | RESUMO: Neste ensaio apresentamos apontamentos sobre o estilo tardio conforme Adorno e Edward Said e a partir de aí proceder a leitura do poema “X” de Max Martins. Para tanto, propomos estender/distender os significados já operacionalizados para o estilo tardio, de modo a lançar como hipóteses sobre o estilo tardio: sua força de ‘dínamo’ da história literária (avanços e recuos desta), a gênese das obras tardias como resultado da (com)pressão do passado (da tradição) e do futuro (de sua pervivência – das Fortleben), e a relação entre o estilhaçamento formal, a desagregação do ser e a laceração do corpo. A apropriação e a distensão destes sentidos possibilita um entendimento pouco frequente para a poesia de Max Martins e sugere a interpretação do poema “X” dentro do contexto sócio político da ditadura militar no Brasil. |
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