“Índio de papel”: um estudo sobre representações no jornalismo do site laboratório A Catraia/Ufac

O site laboratório A Catraia é uma atividade de laboratório organizada por alunos que são supervisionados por professores do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (UFAC). O objetivo deste artigo é analisar as representações sobre povos indígenas em três matérias que foram publicadas ne...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Mendes, Francielle Maria Modesto
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Goiás (UFG)
Repositorio:Comunicação & Informação (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistas.ufg.br:article/72722
Acceso en línea:https://revistas.ufg.br/ci/article/view/72722
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Jornalismo
Representações
Povos indígenas
A Catraia
Descripción
Sumario:O site laboratório A Catraia é uma atividade de laboratório organizada por alunos que são supervisionados por professores do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (UFAC). O objetivo deste artigo é analisar as representações sobre povos indígenas em três matérias que foram publicadas neste site no período de 01 de junho de 2021 a 01 de fevereiro de 2022. A metodologia de pesquisa é a Análise de Conteúdo, de Laurence Bardin. A partir dos estudos de Bessa Freire foram identificados cinco ideias equivocadas sobre os povos indígenas nos textos jornalísticos analisados: 1) o indígena é identificado sempre de forma genérica; 2) as culturas desses povos são sempre vistas como atrasadas e 3) como culturas congeladas; 4) os indígenas sempre são narrados como pertencentes ao passado; e 5) o brasileiro não é percebido como sendo indígena. Além desse autor, o artigo também discute estudos de Miquel Alsina, Stuart Hall, Kathryn Woodward, Maria Regina Celestino de Almeida, Gerson Albuquerque, entre outros. A partir dessa pesquisa foi possível concluir que os estudantes ainda cometem abordagens equivocadas, mas avançaram no que diz respeito ao debate sobre temáticas como direitos, educação e saúde; ao uso de fontes indígenas e a identificação de etnias em seus textos noticiosos.