Migrar é um direito humano: a fronteira de Corumbá/MS como porta de entrada para os refugiados ambientais haitianos no Brasil
Migrar é um direito humano fundamental reconhecido pelas normas internacionais de direitos humanos, assim todos os seres humanos têm o direito de deixar qualquer país, incluindo o seu próprio, e o direito de entrar em seu próprio país. Este é essencial para proteger a liberdade individual, a dignida...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/67855 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/67855 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | fronteira migração haitiana direitos humanos |
| Sumario: | Migrar é um direito humano fundamental reconhecido pelas normas internacionais de direitos humanos, assim todos os seres humanos têm o direito de deixar qualquer país, incluindo o seu próprio, e o direito de entrar em seu próprio país. Este é essencial para proteger a liberdade individual, a dignidade humana e a capacidade de buscar oportunidades de vida melhores. Diante desse contexto, o presente artigo se propõe a analisar a migração necessária de povos que enfrentam condições climáticas e ambientais críticas, mais especificamente do povo haitiano, que utiliza a fronteira de Corumbá/MS para adentrar o Brasil. Para desenvolvimento desse estudo foi realizado uma revisão bibliográfica, desenvolvida através de consultas em sites oficiais, documentos, livros e estudos que abordam sobre a temática. Tem-se como objetivo demonstrar o direito legal de migração que esses povos possuem, bem como de refúgio em outro país, uma vez que enfrentam condições extremas e precárias em seu país de origem, devido às condições climáticas e ambientais. Esses povos não buscam privilégios, muito menos uma vida de riqueza, não querem explorar nosso país ou aproveitar-se de recursos, mas estão em busca de condições básicas de vida, em busca de sobrevivência e, como seres humanos, adotam medidas extremas para isso. |
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