O Poço da Draga, a favela e a biblioteca
Analisa, sob o prisma da Semiótica da Cultura, um possível encontro entre favela e biblioteca, a partir das propostas de ampliação do raio de atuação da própria biblioteca. O estudo é feito com base nas representações simbólicas de ambos os pólos. Descreve os dois universos culturais, como sendo ant...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1996 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufc.br:riufc/58187 |
| Acceso en línea: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/58187 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Biblioteca pública Biblioteca e comunidade Poço da Draga (comunidade) Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel Mediação simbólica Semiótica da cultura Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura |
| Sumario: | Analisa, sob o prisma da Semiótica da Cultura, um possível encontro entre favela e biblioteca, a partir das propostas de ampliação do raio de atuação da própria biblioteca. O estudo é feito com base nas representações simbólicas de ambos os pólos. Descreve os dois universos culturais, como sendo antagónicos, polares e assimétricos, para, em seguida, apontar as saídas simbólicas para a superação dos entraves na comunicação entre os segmentos populares e a biblioteca pública. Sugere uma mediação simbólica, como possibilitadora de uma comunicação menos ruidosa entre as partes, a partir do conhecimento dos elementos culturais definidores dos pólos. Busca, via diferenças culturais, chegar às igualdades, que possibilitem um diálogo menos agónico entre as partes. Sugere a ressignificação da biblioteca pública, mediante uma nova ordenação cultural e paradigmática, que contemple a participação popular nos seus serviços. Descreve a Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel (BPGMP) e os seus projetos de extensão, seu discurso e as dificuldades em operacionalizar mudanças no âmbito dos serviços para os segmentos populares. Analisa a Favela Poço da Draga, no tocante às necessidades informacionais, seu cotidiano, seus textos culturais, e sua relação com a referida biblioteca. Por fim, enfoca o Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura, como meio de uma mediação que poderia começar pela própria biblioteca pública, dentro de uma nova perspectiva cultural ensejada pela política cultural do Estado do Ceará. |
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