Aberturas utópicas : singularidades da arte política nos anos 70

Esta tese centra-se nas operações artísticas dos brasileiros Cildo Meireles e Paulo Bruscky e do coletivo catalão Grup de Treball, nos anos 70. Ancorada na teoria e método da psicanálise e na história, teoria e critica de arte contemporânea, debruça-se sobre os atos de criação desses artistas, subli...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Marsillac, Ana Lúcia Mandelli
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/37341
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/37341
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Arte contemporânea
Arte : Anos 1970-9
Política
Psicanálise
Utopia : Arte
Ditadura
Art
Politics
Utopia
Psychoanalysis
70
Dictatorship
Arte
Psicoanálisis
Años 70
Dictadura
Descripción
Sumario:Esta tese centra-se nas operações artísticas dos brasileiros Cildo Meireles e Paulo Bruscky e do coletivo catalão Grup de Treball, nos anos 70. Ancorada na teoria e método da psicanálise e na história, teoria e critica de arte contemporânea, debruça-se sobre os atos de criação desses artistas, sublinhando e entrecruzando as singularidades de suas poéticas. Em um tempo permeado pela violência e censura ditatorial, tanto no Brasil quanto na Espanha, esses artistas, de diferentes formas, tinham o ato criativo como estratégia critica e política de transformação. No despertar da arte contemporânea, revelam que as transformações do objeto de arte comportam, necessariamente, uma alteração nos seus objetivos e em sua dimensão utópica.