Association between human breast milk and retinopathy of prematurity

Objetivos: Avaliar o possível efeito protetor do leite materno contra a retinopatia da prematuridade, através da comparação da quantidade de leite materno recebida entre os pacientes que desenvolveram retinopatia da prematuridade e aqueles livres da doença. Tentar determinar a quantidade mínima nece...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Fonseca, Luciana Teixeira, Senna, Denise Cruz, Eckert, Gabriela Unchalo, Silveira, Rita de Cássia dos Santos, Procianoy, Renato Soibelmann
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/199341
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/199341
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Leite humano
Aleitamento materno
Recém-nascido prematuro
Retinopatia da prematuridade
Fator de crescimento insulin-like I
Recém-nascido de muito baixo peso
Retinopathy of prematurity
Milk, human
Breast feeding
Infant, very low birth weight
Insulin-like growth factor I
Infant, premature
Descripción
Sumario:Objetivos: Avaliar o possível efeito protetor do leite materno contra a retinopatia da prematuridade, através da comparação da quantidade de leite materno recebida entre os pacientes que desenvolveram retinopatia da prematuridade e aqueles livres da doença. Tentar determinar a quantidade mínima necessária e o momento em que o recém-nascido precisa receber o leite materno para que esse efeito seja significativo. Métodos: Estudo de coorte observacional incluindo recém-nascidos com peso de nascimento inferior a 1500 gramas e/ou com idade gestacional inferior a 32 semanas, nascidos no período de janeiro de 2011 a outubro de 2014 e internados nas primeiras 24 horas de vida na UTI Neonatal do Hospital da Criança Conceição em Porto Alegre. Resultados: A prevalência da retinopatia da prematuridade em qualquer grau foi de 31% (100 casos em 323 pacientes) e a de retinopatia da prematuridade grave foi de 9% (29 casos em 323 pacientes). A mediana da quantidade de leite materno recebida pelos pacientes foi de 10,2 mL/kg/dia entre os pacientes sem retinopatia da prematuridade (amplitude interquartil 1,5-25,5) e de 4,9 mL/kg/dia entre os pacientes com retinopatia da prematuridade (0,3-15,4). A quantidade de leite materno recebida nas primeiras seis semanas de vida foi inversamente associada à incidência de retinopatia da prematuridade em qualquer grau e de retinopatia da prematuridade grave nas análises univariadas, mas a significância estatística não se manteve após análise multivariada para controle de fatores confundidores na maioria dos períodos avaliados, exceto na sexta semana de vida. Conclusão: Pequenas quantidades de leite materno não são suficientes para prevenção de retinopatia da prematuridade em recém-nascidos com de risco para a doença.