Avaliação do conhecimento de internos de medicina sobre o diagnóstico e tratamento do acidente vascular encefálico / Evaluation of the knowledge of medicine internals about diagnosis and treatment of brain vascular accident

O acidente vascular encefálico (AVE) é uma doença crônica degenerativa do aparelho circulatório que ocorre devido à interrupção de fluxo sanguíneo para o cérebro. É uma enfermidade que, quando não leva a morte, afeta a qualidade de vida e a funcionalidade, prejudicando a vida social e laboral das pe...

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Detalles Bibliográficos
Autores: de Sá, Adson Henrique Morais, Roriz, Maria Isabel Rocha Couto, de Sousa, Milena Nunes Alves
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/25380
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/25380
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Acidente Vascular Encefálico Isquêmico. Acidente Vascular Encefálico Hemorrágico. Tratamento. Diagnóstico.
Descripción
Sumario:O acidente vascular encefálico (AVE) é uma doença crônica degenerativa do aparelho circulatório que ocorre devido à interrupção de fluxo sanguíneo para o cérebro. É uma enfermidade que, quando não leva a morte, afeta a qualidade de vida e a funcionalidade, prejudicando a vida social e laboral das pessoas. Nesse sentido, objetivou-se avaliar o conhecimento de internos do curso de medicina de instituições de ensino superior brasileiras acerca do diagnóstico e tratamento do Acidente Vascular Encefálico. Tratou-se de uma pesquisa descritiva com abordagem quantitativa, cuja coleta de dados foi efetiva a partir de um questionário virtual no Google Forms contendo quatorze questões objetivas. Foram incluídos 101 estudantes de medicina que cursavam os quatro últimos períodos da graduação. Os dados foram reunidos entre os meses de setembro e dezembro do ano de 2020. Notou-se que a maioria (70%) dos estudantes obteve informações sobre o tema durante a graduação, assim como afirmou afinidade sobre o assunto (35%), saber diferenciar o tipo isquêmico e hemorrágico (98%) e a hora certa de encaminhar um paciente suspeito para um especialista (66%). No entanto, (80%) possuem dificuldade com o tratamento, consideram a tomografia computadoriza o melhor exame de diagnóstico por imagem (54%) e não sabem iniciam o tratamento do paciente (33%). Os achados implicam na necessidade de melhores abordagens acadêmicas na graduação médica sobre o assunto, pois lacunas de conhecimentos foram relatadas quanto ao diagnóstico e a terapêutica de paciente com suspeita e/ou confirmação de AVE.