Os domínios da intimidade : o privado e o público nas crônicas de Rachel de Queiroz

Resumo: Esta pesquisa tem como objetivo verificar a representação da intimidade, partindo do conceito e da constituição do privado e do público nas crônicas de Rachel de Queiroz Sendo o texto cronístico um relato dos acontecimentos cotidianos, o próprio desenho de certos tipos humanos e uma possibil...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autor: Figueiredo, Adriana Giarola Ferraz
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Londrina (UEL)
Repositorio:Repositório Institucional da UEL
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.uel.br:123456789/14486
Acesso em linha:https://repositorio.uel.br/handle/123456789/14486
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Crônicas brasileiras
História e crítica
Intimidade (Psicologia)
Intimacy (Psychology)
Descrição
Resumo:Resumo: Esta pesquisa tem como objetivo verificar a representação da intimidade, partindo do conceito e da constituição do privado e do público nas crônicas de Rachel de Queiroz Sendo o texto cronístico um relato dos acontecimentos cotidianos, o próprio desenho de certos tipos humanos e uma possibilidade de interação com o efêmero, mas significativo, cabe, nesse contexto, uma análise precisa e intimista, considerando a figura do eu e as ligações desse eu com o outro e com os fatos que o cercam Assim, a fundamentação teórica deste trabalho dar-se-á, considerando os campos do saber que abordam as questões da intimidade: a Filosofia, a Psicologia e a Sociologia, com o intuito de encontrar subsídios para compreender o lugar e a representação das relações afetivas na literatura, bem como a sua configuração nos espaços públicos e nos espaços privados, partindo da análise de textos cronísticos de alguns autores brasileiros, com a finalidade de exemplificar a teoria levantada e, especialmente, de Rachel de Queiroz, privilegiando duas questões: a intimidade do enunciador, estabelecida com o público leitor, com a família e com o sertão nordestino; e a intimidade apresentada pela autora, no que diz respeito aos relacionamentos pessoais e a exposição dessas situações íntimas que se dão no espaço privado e/ou no espaço público, ora estabelecendo vínculos entre os sujeitos, ora ocasionando acontecimentos um tanto quanto complexos no âmbito dos relacionamentos humanos De uma forma ou de outra, sempre conduzindo à noção de que o texto literário é, em sua essência, uma possibilidade de representação das atividades sociais em que o homem está inserido, até mesmo aquelas de cunho mais íntimo e pessoal