Situação epidemiológica da tuberculose bovina no Estado de Rondônia
Realizou-se um inquérito epidemiológico para estimar a prevalência da tuberculose bovina no Estado de Rondônia. O Estado foi estratificado em três circuitos produtores, e em cada um dos circuitos escolheu-se aleatoriamente as propriedades a serem visitadas, totalizando 904 propriedades e 19.640.anim...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-07102013-160843 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-07102013-160843/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Bovine tuberculosis Fatores de risco Prevalence Prevalências Risk factors Rondônia Tuberculose bovina |
| Sumario: | Realizou-se um inquérito epidemiológico para estimar a prevalência da tuberculose bovina no Estado de Rondônia. O Estado foi estratificado em três circuitos produtores, e em cada um dos circuitos escolheu-se aleatoriamente as propriedades a serem visitadas, totalizando 904 propriedades e 19.640.animais amostrados. Um número pré-estabelecido de animais foram aleatoriamente escolhidos e submetidos ao teste cervical comparativo, de modo que em propriedades com até 100 fêmeas com idade superior a 24 meses, foram testadas 20 fêmeas ou menos e, em propriedades com mais de 100 fêmeas com idade superior a 24 meses, foram testadas 40 fêmeas. Foram considerados focos as propriedades com um animal reagente entre os 20 amostrados e nas propriedades com 40 fêmeas amostradas que tiveram dois animais reagentes. As prevalências de focos e animais para o Estado foram, respectivamente, 2,3% [1,5; 3,5] e 0,1% [0,1; 0,2], e para os circuitos pecuários foram: Circuito 1 (Norte-Oeste-Sul), 1,7% [0,7; 4,0] e 0,1% [0; 0,4], Circuito 2 (Nordeste), 3,0% [1,6; 5,7] e 0,2% [0,1; 0,3] e Circuito 3 (Sudeste), 2,3% [1,1; 4,7] e 0,1%[0; 0,2]. Além dos testes tuberculínicos, aplicou-se um questionário para levantamento dos fatores de risco para tuberculose bovina. As variáveis foram submetidas à analise univariada e aquelas que apresentaram p < 0,20, foram submetidas à regressão logística. A aquisição de animais sem tuberculinização foi associada a condição de foco de tuberculose (OR = 7,1 [1,6;31,1], p=0,009). As baixas prevalências tanto de focos como de animais no Estado de Rondônia, sugerem a adoção de medidas de erradicação, previstas no PNCEBT. A obrigatoriedade de execução de testes tuberculínicos para trânsito interestadual independentemente da finalidade e a regulamentação de rastreamentos de novos focos a partir de amostras coletadas em frigoríficos tornam-se imprescindíveis para detecção de focos residuais e subsequente erradicação da tuberculose bovina. |
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