A política de pacificação e o povo da favela
Nesta produção analisamos a instauração da chamada política de pacificacão nas favelas cariocas, em especial no Cantagalo e Pavao - Pavãozinho, que ficam entre os bairros de Ipanema e Copacabana. Nosso objetivo foi acompanhar as lutas que foram travadas nestes territórios e, que também me constituír...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal Fluminense (UFF) |
| Repositório: | Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:app.uff.br:1/40311 |
| Acesso em linha: | https://app.uff.br/riuff/handle/1/40311 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Biopolítica Povo Silêncio UPP Unidade de Polícia Pacificadora Favela Biopolitics People Silence UFF |
| Resumo: | Nesta produção analisamos a instauração da chamada política de pacificacão nas favelas cariocas, em especial no Cantagalo e Pavao - Pavãozinho, que ficam entre os bairros de Ipanema e Copacabana. Nosso objetivo foi acompanhar as lutas que foram travadas nestes territórios e, que também me constituíram, destacando que outros possíveis foram ensaiados ao longo deste processo. Nosso principal intercessor foi Michel Foucault, principalmente, os estudos que o autor empreendeu sobre o Estado de Polícia, a Biopolítica, o povo e as práticas de contra-conduta. Outros importantes aliados foram Félix Guattari, Gilles Deleuze, Roland Barthes, Manoel de Barros, Guimarães Rosa, Jeanne Marie Gagnebin e os que se fizeram em texto, voz e abraços como Luis Antonio dos Santos Baptista, Cecília Coimbra e Heliana de Barros Conde Rodrigues. Este texto também se deu graças à presença de fortuitos encontros com os sem rosto definido, os ninguéns, e com acontecimentos disruptivos que se deram ao longo do processo de feitura deste trabalho que com sua força modificaram a escrita e a vida. |
|---|