Dinâmicas da securitização do tráfico de drogas no arco de instabilidade Andino-Amazônico: o caso da Tríplice Fronteira Norte (Brasil – Colômbia – Peru)
Este artigo científico teve como objetivo principal estudar as Dinâmicas da Securitização do Tráfico de Drogas no Arco de Instabilidade Andino-Amazônico, tendo como recorte principal de análise a Tríplice Fronteira Norte, dividida por Brasil (Tabatinga), Colômbia (Letícia) e Peru (Santa Rosa do Java...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Escola Superior de Guerra (ESG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Escola Superior de Guerra (ESG) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.esg.br:123456789/1245 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.esg.br/handle/123456789/1245 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Segurança nacional - Brasil Fronteira - Colômbia Tráfico de drogas Forças Armadas Fronteira - Peru |
| Sumario: | Este artigo científico teve como objetivo principal estudar as Dinâmicas da Securitização do Tráfico de Drogas no Arco de Instabilidade Andino-Amazônico, tendo como recorte principal de análise a Tríplice Fronteira Norte, dividida por Brasil (Tabatinga), Colômbia (Letícia) e Peru (Santa Rosa do Javari). O foco principal foram as consequências trazidas pelo narcotráfico local e suas implicações para a segurança e defesa nacionais, bem como a sua contribuição para a instabilidade do Arco. O narcotráfico foi estudado como ameaça preponderante aos países amazônicos e ao Sistema Internacional. Dessa forma, partiu-se da hipótese que quanto maior for a ausência do Estado e a fragilidade de ações multilaterais coordenadas na região, maior será a permeabilidade da ação do crime organizado regional. Todo o estudo foi baseado nas as teorias de Securitização e do Complexo Regional de Segurança da Escola de Copenhague, por meio de investigações bibliográficas e documentações nacionais afetos à segurança e defesa do Brasil. Nesse sentido, buscou-se o entendimento da questão nos escritos Buzan, Waever e Wilde, para classificar o narcotráfico como ameaça capaz de se tornar uma questão pública de segurança e de defesa, traduzindo-se numa ameaça à sociedade, fazendo com que o assunto progrida do campo do “não-politizado” ao “securitizado”. |
|---|