Tijolo no interior paulista: questões sobre o seu uso e a sua produção na primeira república

A indústria cerâmica foi uma das primeiras a se desenvolver no estado de São Paulo, no final do século XIX e início do século XX. Por conta da relevância da temática da introdução do tijolo em fins daquele período para a história da construção civil brasileira, o presente artigo responde a alguns qu...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Spiller, Naiara Cristine, Lima, Julia Tirintan de, Oliveira, Eduardo Romero de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Pós. Revista do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da FAUUSP (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/196679
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/posfau/article/view/196679
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Brick
Clay industry
Railway stations
Tijolo
Olaria
Estações ferroviárias
Descripción
Sumario:A indústria cerâmica foi uma das primeiras a se desenvolver no estado de São Paulo, no final do século XIX e início do século XX. Por conta da relevância da temática da introdução do tijolo em fins daquele período para a história da construção civil brasileira, o presente artigo responde a alguns questionamentos ainda pouco explorados pela bibliografia existente. A partir disso, fez-se um levantamento em fontes primárias de edificações ferroviárias e olarias, no interior de São Paulo entre 1860 e 1920, e comparou-se com os dados presentes nas fontes primárias com a bibliografia existente. Nessa confrontação, verifica-se que não há um consenso entre os autores sobre o assunto e que alguns questionamentos não encontram respostas na bibliografia sobre o tema, sendo necessário um estudo mais avançado em arquivos da época para verificação. Consultando as fontes primárias, o que se pode concluir é que o café e a ferrovia foram os responsáveis pela expansão das olarias e do uso do tijolo a partir de meados do século XIX, ao contrário do que afirmam trabalhos já existentes, que atribuem esse feito aos trabalhadores imigrantes.