SINAIS TERENA E GRAFOCENTRISMO EM LÍNGUAS DE SINAIS CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS

Tratamos neste artigo de considerações sobre a existência do que chamamos “grafocentrismo” nas línguas de sinais, e com isso focalizamos os sinais terena, de comunidade surda dos terena do Mato Grosso do Sul. Procuramos mostrar que estes sinais não foram, em sua origem, influenciados pela escrita da...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Fargetti, Cristina Martins, Soares, Priscilla Alyne Sumaio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)
Repositorio:Ideação (Foz do Iguaçu. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.e-revista.unioeste.br:article/17306
Acceso en línea:https://e-revista.unioeste.br/index.php/ideacao/article/view/17306
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:inais terena
línguas de sinais
grafocentrismo.
Descripción
Sumario:Tratamos neste artigo de considerações sobre a existência do que chamamos “grafocentrismo” nas línguas de sinais, e com isso focalizamos os sinais terena, de comunidade surda dos terena do Mato Grosso do Sul. Procuramos mostrar que estes sinais não foram, em sua origem, influenciados pela escrita da língua portuguesa, língua majoritária no país, nem pela escrita da língua terena oral, recentemente criada, ou pela escrita de qualquer outra língua oral. Isto mostra, uma vez mais, sua originalidade e aponta para sua autonomia, enquanto sistema linguístico, embora, obviamente, como todo sistema, possa ter empréstimos de todo tipo. Como é sabido, línguas europeias de sinais sofreram a influência da escrita da língua oral majoritária em seu país, como ocorreu, por exemplo, com a língua francesa de sinais, que deu origem, por sua vez, à libras. Os fatores que geraram essa influência são discutidos ao longo do trabalho. Antes disso, porém, apresentamos o povo terena, os surdos terena informantes da pesquisa de SUMAIO (2014) e sinais que eles utilizam.