O corpo chinês e as artes marciais: da ascese marcial, ao Wushu moderno
Este estudo tem por objetivo, analisar a prática do Wushu, ocidentalmente conhecido por Kung-Fu, situando-o como arte marcial componente da cultura chinesa imperial tardia e moderna. Pré e pós a emergência do Comunismo em 1949; circunscrevendo o surgimento do “Wushu moderno” e suas implicações. Aten...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/99077 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/99077 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Kung fu Kung-fu Artes marciais China - Historia - Revolução Cultural - 1966-1969 Ascetismo Educação fisica |
| Sumario: | Este estudo tem por objetivo, analisar a prática do Wushu, ocidentalmente conhecido por Kung-Fu, situando-o como arte marcial componente da cultura chinesa imperial tardia e moderna. Pré e pós a emergência do Comunismo em 1949; circunscrevendo o surgimento do “Wushu moderno” e suas implicações. Atentando para as transformações na civilização chinesa pós-revolução Maoísta, as rupturas entre tradicional e moderno, contexto no qual a prática do Wushu foi reconfigurado na condição de esporte, não mais restrito aos templos ou ao exército, mas estendido às escolas chinesas em um formato laico e pedagógico. Fato que associou outros sentidos à palavra “arte”, dentro da expressão “arte marcial” e à prática, antes próxima da ascese (do termo Grego: “askésis”, que quer dizer “exercício”) corporal e espiritual. Relação que não se consuma na sociedade contemporânea, uma vez que as técnicas corporais, em tempos modernos e no contexto das artes marciais, distanciaram-se das “artes” e se aproximaram do ambiente esportivo; do esporte, propriamente dito |
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