Manejo de stress, coping e resiliência em motoristas de ônibus urbano

A profissão de motorista de ônibus urbano apresenta efeitos negativos causados pelo stress, devido à exposição a vários estressores como condições das vias de trânsito, veículo, contexto de trabalho, clima, relacionamento com os passageiros, além da função de cobrador. A persistência desse estressor...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Zanelato, Luciana Silva [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/97479
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/97479
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Stress ocupacional
Resiliencia (Traço da personalidade)
Stress occupational
Coping
Resilience
Descripción
Sumario:A profissão de motorista de ônibus urbano apresenta efeitos negativos causados pelo stress, devido à exposição a vários estressores como condições das vias de trânsito, veículo, contexto de trabalho, clima, relacionamento com os passageiros, além da função de cobrador. A persistência desse estressores e a falta de estratégias de enfrentamento eficazes podem ocasionar problemas de saúde e baixo desempenho profissional. O presente estudo objetivou analisar a eficácia de um programa de manejo do stress relacionado a coping e resiliência. Participaram do estudo 38 motoristas, divididos em Grupo Experimental (GE) e Grupo Controle (GC) de uma empresa de transporte urbano do interior paulista. O Programa foi desenvolvido em oito sessões de duas horas semanais, com temática sobre stress; sindrome de burnout; estratégias de enfrentamento; técnicas de manejos de stress como relacionamento, alimentção, exercício físico e autocontrole; assertividade e resiliência. Foram aplicadas o Inventário de Sintomas de Stress de Lipp, Inventário de Estratégias de Coping e Questionário do Índice de Resistência, no pré e pós-teste. Em análise estatítsticas inter e intragrupos, os resultados mostraram-se significativos quanto à redução do nível de stress e escores de coping no GE. Em relação à variável resiliência, em ambos os grupos não houve alteração. Os dados apontaram que o manejo de stress possui implicações significativas no processo de coping, mas não no de resiliência, o que pode ser explicado pelo caráter situacional do primeiro, enquanto que o segundo faz parte da história de aprendizagem. Observa-se que à medida que se altera o coping verificam-se mudanças no nível de stress. Para que o programa tenha maior efetividade, sugerem-se ações institucionais, ou seja, as empresas de transporte...