Prevalência da prática de automedicação entre estudantes de psicologia: um estudo transversal / Prevalence of self-medication practice among psychology students: a cross-sectional study

O presente estudo teve como objetivo avaliar a prevalência da prática da automedicação, incluindo o uso de fitoterápicos e/ou plantas medicinais, e os fatores associados, entre os estudantes de psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Tratou-se de um estudo transversal, do tipo e...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Souza, Josinaldo Furtado de, Lima, Raquel Moreira de, Batista, José Roniere Morais, Mariz, Saulo Rios
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/21605
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/21605
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Automedicação
Alopatia
Fitoterapia
Estudantes
Psicologia.
Descripción
Sumario:O presente estudo teve como objetivo avaliar a prevalência da prática da automedicação, incluindo o uso de fitoterápicos e/ou plantas medicinais, e os fatores associados, entre os estudantes de psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Tratou-se de um estudo transversal, do tipo exploratório e descritivo, com 144 estudantes. Para coleta de dados, utilizou-se um questionário fechado construído pelos próprios autores. Os dados foram analisados mediante estatística descritiva e pelo teste do Qui-Quadrado. A maioria dos pesquisados eram do gênero feminino (68,7%), e relataram praticar a automedicação (85,4%). Dentre os medicamentos mais utilizados e indicados estavam os analgésicos e anti-inflamatórios. Com relação as plantas medicinais destacaram-se: boldo, camomila, cidreira e hortelã. Houve associação significativa (p<0,05) entre a renda dos participantes e o serviço de saúde utilizado; a renda e o quanto consideram a automedicação um risco; o gênero feminino e a automedicação com alopáticos; a automedicação com a disposição em indicar esses produtos para outras pessoas; e a indicação de alopáticos e indicação de fitoterápicos. A automedicação, com alopáticos e/ou fitoterápicos, é uma realidade entre os estudantes avaliados e apresenta características que podem ser úteis na elaboração de ações preventivas a esse comportamento de risco à saúde.