O Barão de Lavos: do belo ao grotesco: uma análise comparativista

Esta pesquisa tem por objetivo, em perspectiva comparada, analisar o encontro de duas artes: a literatura e a pintura, observado na obra O Barão de Lavos (1891), de Abel Botelho. O romance naturalista, com traços decadentistas, do escritor Abel Botelho que abre a série intiulada Patologia Social (18...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Escobar, Simone Cristina Manso
Tipo de documento: tese
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2014
País:Brasil
Recursos:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositório:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:português
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/6102
Acesso em linha:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/6102
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Art
Beautiful
Grotesque
Decadence
Arte
Abel Botelho
Belo
Grotesco
Decadência
Botelho, Abel, 1856-1917 Crítica e interpretação
Botelho, Abel, 1856-1917. O Barão de Lavos
Estética
Arte na literatura
CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA COMPARADA
Descrição
Resumo:Esta pesquisa tem por objetivo, em perspectiva comparada, analisar o encontro de duas artes: a literatura e a pintura, observado na obra O Barão de Lavos (1891), de Abel Botelho. O romance naturalista, com traços decadentistas, do escritor Abel Botelho que abre a série intiulada Patologia Social (1891) nos mostra, como diz José Carlos Seabra Pereira, um tempo em se convegiam o romantismo,o realismo e pretensões de modernidade baudealiriana (mais ou menos satanistas) (PEREIRA, 1995) e onde as diversas categorias das artes se encontram e se conjugam. Nesse cenário caótico, mas profícuo, temos este romance que estabelece a arte plástica como ponto focal dentro do texto. Analisa, sobretudo, o processo da escrita onde foi possível constatar a deformação do belo em grotesco ao longo do romance. Investiga a questão imagética encontrada no texto botelhiano, caracterizada através da gravura Rapto de Ganimedes; litografia de grande simbologia dentro dessa obra literária, pois representa o ideal estético idealizado pelo próprio Barão, e tudo de significativo que compõe a trajetória e as emoções de D. Sebastião ao longo de sua vida, portanto permeando e atravessando toda narrativa