Intraoperative body temperature control: esophageal thermometer versus infrared tympanic thermometer
OBJETIVO Verificar a correlação entre as medidas de temperatura realizadas por meio de um termômetro timpânico por infravermelho e por um termômetro esofágico, durante o período intraoperatório. MÉTODO Realizou-se um estudo longitudinal, de medidas repetidas, incluindo sujeitos com idade igual ou su...
| Autores: | , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista da Escola de Enfermagem da USP (Online) |
| Idioma: | inglés portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/147729 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/reeusp/article/view/147729 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Hypothermia Body Temperature Thermometers Perioperative Nursing Hipotermia Temperatura Corporal Termômetros Enfermagem Perioperatória Termómetros Enfermería Perioperatoria |
| Sumario: | OBJETIVO Verificar a correlação entre as medidas de temperatura realizadas por meio de um termômetro timpânico por infravermelho e por um termômetro esofágico, durante o período intraoperatório. MÉTODO Realizou-se um estudo longitudinal, de medidas repetidas, incluindo sujeitos com idade igual ou superior a 18 anos, submetidos à cirurgia oncológica eletiva do sistema digestório, com duração da anestesia de, no mínimo, 1 hora. As medidas de temperatura eram realizadas, ao mesmo tempo, por meio de um termômetro esofágico calibrado e por termômetro timpânico por infravermelho calibrado, com precisão de leitura em laboratório de ±0,2ºC. A temperatura da sala operatória permaneceu entre 19 e 21ºC. RESULTADOS Foram incluídos 51 pacientes, em sua maioria homens (51%), brancos (80,4%). Todos os pacientes foram aquecidos com o sistema de ar forçado aquecido, em média por 264,14 minutos (DP = 87,7). As duas medidas de temperatura não tiveram comportamento diferente ao longo do tempo (p = 0,2205), mas a medida timpânica foi consistentemente menor em 1,24°C (p < 0,0001). CONCLUSÃO O termômetro timpânico apresentou resultados confiáveis, mas refletiu temperaturas mais baixas do que o termômetro esofágico. |
|---|