E La nave va: livros didáticos de espanhol no Brasil

O título não quer sugerir que a viagem empreendida pelos livros didáticos de Espanhol no Brasil tenha sido surrealista, como o genial filme de Federico Fellini (1983), embora queira adiantar que a proposta deste artigo é apresentar alguns elementos que recuperem o percurso vivido por autores, editor...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Paraquett, Márcia
Formato: capítulo de livro
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFBA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufba.br:ri/33928
Acesso em linha:http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/33928
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Espanhol
Livro didático
Formação de professores
Língua espanhola - Estudo e ensino
Descrição
Resumo:O título não quer sugerir que a viagem empreendida pelos livros didáticos de Espanhol no Brasil tenha sido surrealista, como o genial filme de Federico Fellini (1983), embora queira adiantar que a proposta deste artigo é apresentar alguns elementos que recuperem o percurso vivido por autores, editores, estudantes e, sobretudo, pesquisadores que acompanham esse trajeto, nem sempre vivido em águas seguras. Minha proposta é retomar três viagens já realizadas (PARAQUETT, 2001; PARAQUETT, 2009; PARAQUETT, 2012); três acompanhantes de bordo (CARVALHO, 2013; MATOS, 2014; SOUZA, 2016) e três documentos que legitimem a viagem (BRASIL, 2013; BRASIL, 2015; BRASIL, 2016). Dessa forma, espero contribuir para a reescritura da história dos livros didáticos de Espanhol, marcando as importantes diferenças que ocorreram desde os primeiros que utilizamos até os que passaram pela avaliação do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Pretendo, igualmente, associar o livro didático à produção de pesquisa e à formação de professores, orientando-me por três documentos que legitimam a educação nacional: As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica (BRASIL, 2013); as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial e continuada de professores (BRASIL, 2015) e a Base Nacional Comum Curricular (BRASIL, 2016), desejando, particularmente, que este documento resista às águas turbulentas nas quais estamos navegando.