DIAGNÓSTICO VISUAL E FITOSSOCIOLOGIA NA ARBORIZAÇÃO DE PRAÇAS EM PARAGOMINAS, PARÁ

O estudo teve como objetivo realizar a caracterização visual e fitossociológica da arborização nas praças do município de Paragominas, PA. Para isso, escolheu-se seis praças: Praça Célio Miranda (Praça A), Praça Cleodoval Gonçalves (Praça B), Praça Promissão III (Praça C), Praça Promissão I (Praça D...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, Isamara dos Reis, Oliveira, Àgta Thiala de Sousa, da Silva, Luana Bianca Oliveira, Baia, Renata Santana, Correa, Thalison Bruno Campos, Martins, Walmer Bruno Rocha
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Repositorio:Revista da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/63567
Acceso en línea:https://revistas.ufpr.br/revsbau/article/view/63567
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Diversidade
Áreas verdes
Ecologia urbana
Descripción
Sumario:O estudo teve como objetivo realizar a caracterização visual e fitossociológica da arborização nas praças do município de Paragominas, PA. Para isso, escolheu-se seis praças: Praça Célio Miranda (Praça A), Praça Cleodoval Gonçalves (Praça B), Praça Promissão III (Praça C), Praça Promissão I (Praça D), Praça Angelim (Praça E) e Praça Uraim (Praça F), distribuídas entre 4 bairros do município. Foram coletados dados de caráter quali-quantitativo, como identificação a nível de espécie, injúrias, danos ocasionados pela má arborização e as dimensões vegetais das espécies arbóreas e palmeiras. Em seguida foram calculados os parâmetros fitossociológicos: densidade, frequência, dominância, índice de valor de importância e o índice de diversidade de Odum. Foram encontrados 503 indivíduos vivos, pertencentes a 17 espécies. A espécie de maior ocorrência foi Licania tomentosa (Benth) Fritsch, que apareceu em todas as praças, com frequência relativa de 15,4%. Essa também foi a espécie de maior dominância (71,1%), seguida pela Mangifera indica L. (8,4%) e Caesalpinia pluviosa DC. (7,7%). Todas as praças amostradas estão com diversidade abaixo do ideal, indicando fragilidade ecológica na arborização. De modo geral, a maioria dos indivíduos encontra-se em bom estado fitossanitário, com poucos ataques de pragas, doenças e injúrias.