Estimulação precoce na educação infantil: um estudo psicométrico / Early stimulation in early childhood education: a psychometric study

Reconhecendo a importância da estimulação precoce na educação infantil e tendo como marco legal as Diretrizes Educacionais sobre Estimulação Precoce publicado pelo MEC em 1995, foi desenvolvido um estudo bibliométrico de cunho quantitativo e qualitativo no periódico científico digital brasileiro da...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Cardoso, Carolina, Procópio, Leandra Fernandes, Procópio, Marcos
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2019
Country:Brasil
Institution:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repository:Revista Veras
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/1491
Online Access:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/1491
Access Level:Open access
Keyword:Estimulação precoce. Educação infantil. Estudo Psicométrico.
Description
Summary:Reconhecendo a importância da estimulação precoce na educação infantil e tendo como marco legal as Diretrizes Educacionais sobre Estimulação Precoce publicado pelo MEC em 1995, foi desenvolvido um estudo bibliométrico de cunho quantitativo e qualitativo no periódico científico digital brasileiro da Scielo, em busca de artigos que apresentassem dados de intervenções realizadas em contexto da Educação Infantil junto a crianças que necessitam de estimulação precoce. A fim de verificar o desenvolvimento de pesquisas e ações decorridas entre o período de 1995 a 2016 foram utilizadas como palavras geradoras os termos: “estimulação essencial”, onde encontrou-se 1 artigo; “estimulação precoce” 6 artigos e “intervenção precoce” 29.  Após a leitura ampla foram selecionados 13 artigos que atendiam aos critérios previamente estabelecidos de abordagem da estimulação precoce como um programa voltado a crianças que apresentam algum tipo de comprometimento que a leve a ser público álvo da Educação Especial. Da leitura crítica e aprofundada destes artigos foi possível observar um intervalo de oito anos entre a primeira publicação e as Diretrizes do MEC, além de que 11 dos trabalhos trazem a estimulação precoce numa perspectiva médica em detrimento da escolar e apenas 2 trazem orientações para que os estudos realizados sejam estentidos às escolas. Na análise qualitativa dos trabalhos emergiram  a importância de ações e práticas de estimulação vivenciadas pela família tais como o toque e os cuidados básicos e afetivos, reconhecendo a importância do acesso e permanência da criança no ambiente escolar e do papel do professor como estimulador precoce o qual deve receber formação inicial e continuada para atender de forma adequada as crianças compreendendo seu importante papel na equipe multidisciplinar de intervenção para a estimulação precoce podendo assim implementar as diretrizes propostas pelo MEC.