A RELAÇÃO ENTRE O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA E AS MELHORIAS ADQUIRIDAS PELAS FAMÍLIAS BENEFICIÁRIAS DO MUNICÍPIO DE PELOTAS/RS

Contexto: O programa bolsa família contribui com a melhora das desigualdades sociais, combate a pobreza, melhora da alimentação, melhores condições habitacionais, maior frequência e progressão escolar, assim como em melhoria na qualidade dos cuidados de saúde. Objetivo: verificar a relação entre o P...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Menna, Julio Cesar, Portugal, Fernando Osorio, Pretto, Alessandra Doumid Borges, Neto, Dary Pretto, Rasia, Isabel Cristina Barros
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
Repositório:Revista de Estudos Sociais (Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:periodicoscientificos.ufmt.br:article/7560
Acesso em linha:https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/res/article/view/7560
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:bolsa família. programas de transferência de renda. pobreza.
Descrição
Resumo:Contexto: O programa bolsa família contribui com a melhora das desigualdades sociais, combate a pobreza, melhora da alimentação, melhores condições habitacionais, maior frequência e progressão escolar, assim como em melhoria na qualidade dos cuidados de saúde. Objetivo: verificar a relação entre o Programa Bolsa Família e a aquisição de melhorias para as famílias beneficiárias do Município de Pelotas/RS. Procedimento metodológico: Análise de banco de dados, onde foi realizada uma coleta junto a 370 beneficiárias da zona urbana e rural do Município de Pelotas/RS. A coleta de dados ocorreu nos meses de abril a julho de 2015. O questionário aplicado foi composto de quinze questões fechadas, abordando características socioeconômicas e questões acerca do tema a ser estudado e era aplicado pelos alunos. Os questionários foram no Epi Info 6.0 d® e a análise dos dados foi realizada a partir do pacote estatístico SPSS® 21.0. Resultados: As características das famílias entrevistadas encontram-se na maior parte em situações adversas: 41,9% ganha menos de um salário mínimo, 32,7% não trabalham, a maior parte gasta o benefício com a compra de alimentos, o baixo grau de escolaridade, sendo 10% analfabetos e 27,3% têm o ensino fundamental incompleto.