A reação dos preços das ações de empresas com maior exposição ao comércio internacional no início da crise causada pela COVID-19

A pandemia do COVID-19 trouxe inúmeros desafios à humanidade, bem como desenvolvimento acelerado, inovação e possibilidades de bases de estudos para diversas áreas. Esse estudo se propõe a analisar como determinadas variáveis impactaram os retornos das ações brasileiras, desde o início da pandemia a...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Santos, Danilo Cesar Renaux dos
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Fundação Getulio Vargas (FGV)
Repositorio:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.fgv.br:10438/31478
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/10438/31478
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Trading global
Stocks
Returns
Leverage
Brazil
COVID-19
Ações
Retorno
Receitas
China
Alavancagem
Brasil
Economia
Ações (Finanças) - Preços
Alavancagem (Finanças)
Comércio internacional
COVID-19 Pandemia, 2020
Descripción
Sumario:A pandemia do COVID-19 trouxe inúmeros desafios à humanidade, bem como desenvolvimento acelerado, inovação e possibilidades de bases de estudos para diversas áreas. Esse estudo se propõe a analisar como determinadas variáveis impactaram os retornos das ações brasileiras, desde o início da pandemia até o momento mais crítico da crise. As principais variáveis explicativas analisadas são: Receitas oriundas da China, receitas estrangeiras e alavancagem financeira. Com a crise provocada pelo COVID-19 tivemos a oportunidade de analisar o impacto de um choque verdadeiramente exógeno no valor de mercado das companhias listadas na bolsa no Brasil. Este estudo sugere “receitas com a China” impactando negativamente os retornos das ações no período em que é divulgado a transmissão humana do COVID-19. No entanto, e de forma a contraintuitiva, no período mais crítico da crise no Brasil, essa mesmo variável impactou positivamente os retornos das ações. À medida que o coronavírus vai se espalhando pelo mundo, em especial nos EUA e Europa, variáveis como alavancagem financeira, de curto e longo prazo, vão se mostrando importantes no impacto da performance das ações. Companhias com mais dívidas de curto prazo tiveram impactos negativos nos preços de suas respectivas ações, ratificando as preocupações dos investidores com a capacidade de geração de caixa para honrar dívidas , continuar com as operações saudáveis para capturar uma possível retomada da economia e absorção do market share deixado pelas pequenas empresas que não conseguiram sobreviver à crise.