Adubação NPK, do chazeiro (Camellia sinensis (L.) O. Kuntze), em latossolo amarelo álico, no Vale do Ribeira SP
A teicultura é uma das principais atividades agrícolas do Vale do Ribeira, no Estado de São /SP, e tem na adubação um sério problema em virtude de não existirem dados de pesquisa sobre o assunto no País. As recomendações atualmente existentes são baseadas em trabalhos realizados em outros países, e...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1997 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-20191220-133142 |
| Acceso en línea: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11136/tde-20191220-133142/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | ADUBAÇÃO CHÁ FERTILIZANTES NPK LATOSSOLO AMARELO ÁLICO |
| Sumario: | A teicultura é uma das principais atividades agrícolas do Vale do Ribeira, no Estado de São /SP, e tem na adubação um sério problema em virtude de não existirem dados de pesquisa sobre o assunto no País. As recomendações atualmente existentes são baseadas em trabalhos realizados em outros países, e na estimativa de exportação de nutrientes através da análise foliar. Neste contexto, o presente trabalho foi planejado e conduzido com o objetivo de estudar as respostas do chazeiro à adubação com NPK, em Latossolo Amarelo Álico, na produção de folhas vermelhas de chá e nos teores desses nutrientes na folha, com a finalidade de se obter informações que possibilitem o uso mais eficiente de fertilizantes, com aumento na produção. O delineamento experimental utilizado foi o fatorial ½ de 4x4x4, dividido em dois blocos. O cultivar utilizado foi o IAC 259, plantado em 1974, a uma densidade de 7400 plantas/ha, no espaçamento de 1,8 x 0,75 m. A parcela experimental era constituída de 5 linhas de 10 m de comprimento, com um total de 65 plantas/canteiro. Os tratamentos consistiram nas aplicações de adubos nitrogenado, fosfatado e potássico nas dosagens de 125, 250, 375 e 500 kg de N/ha, 80, 160, 240 e 320 kg de P2O5/ha, e 80,160, 240 e 320 kg de K 2O/ha, totalizando 32 combinações de NPK, que foram aplicadas em 3 vezes. O chazeiro respondeu positivamente apenas à adubação nitrogenada, de forma linear, até a dose de 375 kg de N/ha. O nitrogênio além de aumentar a produção alterou as características químicas do solo, principalmente o pH e os teores de K, Ca e Mg, que diminuíram. Na folha, a aplicação de doses crescentes de N, aumentou a concentração de N e diminuiu as de P, K, Ca e Mg. A adubação fosfatada apesar de aumentar a disponibilidade de P à planta, não influenciou a produção de folhas verdes do chazeiro e nem o seu teor nas folhas. A medida que se aplicou maior quantidade de P no solo ocorreu tendência para a diminuição da concentração de Zn nas folhas. A produção foi afetada pela adubação potássica de forma negativa, principalmente na safra de 1992/93. No solo, o potássio tornou-se mais disponível com o aumento nas doses aplicadas, e em consequência ocorreu o aumento do seu teor nas folhas |
|---|