Memória e identidade: a musealidade no Museu Gruppelli, Pelotas/RS.

O presente artigo tem como referência uma pesquisa empírica que está sendo realizada no Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural, na Universidade Federal de Pelotas. O estudo busca identificare analisar a percepção museal do público que visita as exposições do Museu Gruppell...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Brahm, José Paulo Siefert, Ribeiro, Diego Lemos, Tavares, Davi Kiermes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/6699
Acceso en línea:http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/6699
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Coleção
Lugares de memória
Identidade
Musealidade
Museu Gruppelli - Pelotas (RS)
Colección
Lugares de la Memoria
Identidad
Collection
Memory seats
Identity
Gruppelli Museum
Descripción
Sumario:O presente artigo tem como referência uma pesquisa empírica que está sendo realizada no Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural, na Universidade Federal de Pelotas. O estudo busca identificare analisar a percepção museal do público que visita as exposições do Museu Gruppelli, situado na zona rural de Pelotas, Rio Grande do Sul. Do mesmo modo, problematiza seu potencial de evocar memórias e forjar identidades, além de identificar que possíveisconexões o público cria ao flertar semanticamente com os objetos expostos. Como procedimento metodológico utiliza-se sobretudo a entrevista (presencial) e, igualmente, a observação do pesquisador. O roteiro da entrevista é semiestruturada, por meio de umaconversa com finalidade. Cumpre mencionar que as entrevistas estão sendo aplicadas ao público frequentador do Museu, sejam eles moradores da zona rural ou urbana, durante a visitação. De modo geral, a pesquisa aponta para o fato de que os objetos são responsáveis por ajudarem os entrevistados, pelo prisma da musealidade, a afirmarem identidades e evocarem memórias individuais e/ou coletivas, tanto pelo contato direto ou indireto que tiveram com os mesmos.