Dor e ansiedade infantil no tratamento restaurador atraumático e no tratamento convencional : estudo clínico randomizado
O objetivo desse trabalho foi avaliar a ansiedade prévia e a dor percebida por crianças submetidas ao tratamento restaurador atraumático (TRA) e ao tratamento convencional (TC), por meio de um estudo clínico randomizado de boca dividida. Após levantamento epidemiológico envolvendo 335 de 5 a 8 anos...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Faculdade São Leopoldo Mandic |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Faculdade São Leopoldo Mandic |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:prima.com.br:76649 |
| Acceso en línea: | https://biblioteca.slmandic.edu.br/TerminalWebRI/acervo/detalhe/76649 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Dor Ansiedade Tratamento restaurador dentário atraumático |
| Sumario: | O objetivo desse trabalho foi avaliar a ansiedade prévia e a dor percebida por crianças submetidas ao tratamento restaurador atraumático (TRA) e ao tratamento convencional (TC), por meio de um estudo clínico randomizado de boca dividida. Após levantamento epidemiológico envolvendo 335 de 5 a 8 anos de idade, foram selecionadas 79 crianças que possuíam ao menos dois molares decíduos, em segmentos opostos na boca, com cárie em dentina (classe II, metade externa) e com abertura cavitária suficiente para utilização de curetas dentinárias. Cada criança recebeu os dois tipos de tratamento, com randomização do dente e da ordem de tratamento. Houve um intervalo de uma semana entre as duas sessões clínicas. A criança reportou, a um examinador independente, a ansiedade antes de receber os tratamentos por meio da escala Facial Image Scale (FIS) e a intensidade da dor após o término das restaurações, ainda na cadeira odontológica, com a aplicação da escala de faces de Wong-Baker. A frequência cardíaca (FC) também foi mensurada durante os procedimentos. Os resultados demonstraram que os indicadores de ansiedade (FC média, FC máxima e escala FIS) apresentaram maiores valores quando o TC foi realizado na primeira sessão clínica (p<0,05), porém não diferiram entre os tratamentos quando o TRA foi realizado na primeira sessão (p>0,05). Os níveis de dor foram maiores no TC, independente da sessão de tratamento em que este foi realizado (p<0,001). Conclui-se que o TC desencadeou maiores níveis de ansiedade somente quando foi realizado na primeira sessão clínica. O TRA provocou menos dor em comparação ao TC, independente da sessão clinica. Palavras-chave: Dor. Ansiedade. Tratamento restaurador dentário atraumático. |
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