SEDAÇÃO INALATÓRIA COM ÓXIDO NITROSO PARA ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19: TESTE DE SEGURANÇA NO USO DA TÉCNICA
Em 2020 o mundo parou em virtude da pandemia de COVID-19, causada pelo corona vírus SARS-CoV-2. O risco de disseminação da doença tornou-se um desafio na Odontologia, uma vez que o profissional atua próximo à via aérea do paciente, aumentando o risco de contaminação da equipe, e infecção cruzada ent...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Faculdade de Tecnologia do Instituto de Pesquisa e Ensino - FAIPE |
| Repositorio: | Revista FAIPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.portal.periodicos.faipe.edu.br:article/107 |
| Acceso en línea: | https://portal.periodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/107 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | COVID-19 Sedação Consciente Óxido Nitroso Analgesia Inalatória |
| Sumario: | Em 2020 o mundo parou em virtude da pandemia de COVID-19, causada pelo corona vírus SARS-CoV-2. O risco de disseminação da doença tornou-se um desafio na Odontologia, uma vez que o profissional atua próximo à via aérea do paciente, aumentando o risco de contaminação da equipe, e infecção cruzada entre os pacientes e acompanhantes. Para controlar a disseminação do vírus, órgãos sanitários sugeriram suspensão dos atendimentos eletivos e emitiram novos protocolos de biossegurança, a fim de minimizar principalmente a geração de aerossóis nos procedimentos odontológicos. Todavia, o tratamento de urgência/emergência de pacientes não colaboradores pode aumentar a geração de aerossóis na sala de atendimento, piorando a contaminação do ambiente. Neste ínterim, técnicas farmacológicas de controle do comportamento tornam-se imperativas, e a sedação inalatória com óxido nitroso apresenta-se como alternativa segura e eficaz. Para confirmar a segurança da técnica, este estudo propôs um teste de vazão de gases no equipamento de sedação, a fim de verificar a formação de aerossóis no derredor da máscara em diferentes situações clínicas. Não houve diferença significativa entre as situações testadas, e foi possível demostrar que a técnica de sedação inalatória não causou emissão de aerossóis e ainda reduziu o ar exalado pelo paciente no ambiente clínico, sendo indicada para controle do comportamento de pacientes não colaboradores durante a pandemia de COVID-19. |
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