Curiosidades e objetos epistêmicos: análise de interações em aulas de Ciências da Natureza nos anos iniciais

Nesta pesquisa, buscamos compreender como as curiosidades são mobilizadas no trabalho com objetos epistêmicos em aulas de Ciências da Natureza nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Considerando as discussões da área de pesquisa em Ensino de Ciências, que abordam o desenvolvimento da alfabetização...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Viana, Gabriela Rossi
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-23102023-164000
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48136/tde-23102023-164000/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Curiosidade
Curiosity
Elementary School
Ensino de Ciências por investigação
Ensino Fundamental
Epistemic objects
Inquiry-based science teaching
Objeto epistêmico
Descripción
Sumario:Nesta pesquisa, buscamos compreender como as curiosidades são mobilizadas no trabalho com objetos epistêmicos em aulas de Ciências da Natureza nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Considerando as discussões da área de pesquisa em Ensino de Ciências, que abordam o desenvolvimento da alfabetização científica dos estudantes (AC) a partir do ensino por investigação (EI), utilizamos pressupostos freireanos sobre a importância de uma educação da pergunta, que estimule e reforce a curiosidade para alcance de uma formação crítica. Nossos dados retratam atividades que fizeram parte de um projeto envolvendo estudantes do primeiro ano do Ensino Fundamental que investigaram e buscaram verificar a hipótese da transformação de lagartas em borboletas. Durante as atividades ocorridas, identificamos que as curiosidades puderam ser mobilizadas a partir de três situações complementares envolvendo objetos colocados em investigação: (1) surgimento da curiosidade, (2) externalização da curiosidade, e (3) tratativa para com a curiosidade externalizada. Cada uma dessas situações proporcionou diferentes formas de lidar com as curiosidades manifestadas no trabalho com objetos epistêmicos e abriram possibilidades para o alcance de uma educação crítica, envolvendo os estudantes em ações compatíveis com práticas científicas para compreensão de fenômenos que os cercam.