Análise da inter-relação entre a microbiota oral e o desenvolvimento do câncer de boca
A sexta neoplasia maligna mais comum em todo o mundo é o câncer oral, que se desenvolve em um ambiente com uma microbiota intrínseca, diversa e complexa. Nesse ínterim, o objetivo principal deste trabalho foi desenvolver uma revisão sistemática para investigar a possível relação entre a microbiota o...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/224454 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/224454 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Microbiota Boca Neoplasias bucais Carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço Bactérias |
| Sumario: | A sexta neoplasia maligna mais comum em todo o mundo é o câncer oral, que se desenvolve em um ambiente com uma microbiota intrínseca, diversa e complexa. Nesse ínterim, o objetivo principal deste trabalho foi desenvolver uma revisão sistemática para investigar a possível relação entre a microbiota oral e a carcinogênese oral. As buscas foram realizadas em três plataformas eletrônicas de dados (Pubmed, SCOPUS e Web of Science) em setembro de 2020, seguidas de critérios de inclusão/exclusão, resultando na seleção de 28 estudos. Devido à diversidade metodológica destes estudos, não foi possível chegar a um consenso sobre qual bactéria seria ideal como biomarcador do câncer oral, apesar de extensas pesquisas na literatura envolvendo os patógenos Porphyromonas gingivalis e Fusobacterium nucleatum. A estratégia de análise da presente pesquisa foi agrupar os resultados microbiológicos relacionados ao tumor nos seis filos de bactérias mais comuns da cavidade oral, comparando, então, as diferenças da constituição nativa de uma cavidade oral saudável; novamente, devido à diversidade metodológica entre os estudos, não foi possível realizar uma meta-análise. Apesar da necessidade de mais estudos padronizados correlacionando os resultados da microbiota com os hábitos pessoais, foi encontrada uma diferença significativa na microbiota de pacientes com câncer bucal. Dessa forma, definir bactérias orais como fator de risco independente para câncer bucal ainda não é confiável, principalmente devido à divergência dos resultados dos estudos. Nos próximos anos, mais estudos com abordagens metodológicas semelhantes serão necessários para identificar os mecanismos que diferenciam o papel das bactérias bucais de outros fatores de risco. |
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